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Em apresentação de perder o fôlego, Foo Fighters toca para 45 mil em 1º show do novo Maracanã

Por cerca de duas horas e meia, público se animou com hits e canções de novo disco

Rio de Janeiro|PH Rosa, do R7

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Chris Shiflett, Rami Jaffee, Dave Grohl, Taylor Hawkins, Nate Mendel e Pat Smear tocaram por cerca de 2 horas e meia
Chris Shiflett, Rami Jaffee, Dave Grohl, Taylor Hawkins, Nate Mendel e Pat Smear tocaram por cerca de 2 horas e meia

Uma torcida diferente tomou conta do Maracanã neste domingo (25). Fãs da banda Foo Fighters lotaram o estádio para ver o primeiro grande show realizado no estádio após a reabertura. Com disco novo, a banda americana agradou o público de 45 mil pessoas em uma apresentação de tirar o fôlego repleta de hits e versões de alguns clássicos do rock.

Poucos minutos após o horário marcado, a imagem do Cristo Redentor apareceu no telão enquanto a banda subia ao palco. Dave Grohl, ovacionado pela plateia já aquecida pelas bandas de abertura Raimundos e Kaiser Chiefs, iniciou os acordes de Something From Nothing, faixa que abre o disco Sonic Highways, lançado em novembro, e os fãs responderam cantando junto, de forma tímida, as primeiras estrofes até a explosão do refrão. Em seguida, um desfile de hits agradou fãs mais antigos. Entre as músicas executadas, estavam The Pretender, Breakout, My Hero e uma versão semiacústica de Big Me, que ganhou tom especial pela iluminação criada pela multidão.


Congregation e In The Clear, que estão no novo álbum, empolgaram pouco, mas foram ouvidas com uma certa atenção. Logo o clima foi resgatado com This is a Call e Monkey Wrench. Em seguida, com um violão em punho, Grohl se aproximou da turma que estava mais afastado do palco principal para tocar um set acústico que contou com Skin and Bones — com o tecladista Rami Jeffee acompanhando no acordeon — e Wheels. Times Like These também ganhou arranjo especial, começando acústica, e ganhando força no final, quando o resto da banda surgiu em um palco montado no meio da passarela.

A partir daí, o show virou um baile para os fãs de clássicos do rock. Com uma versão de Detroit Rock City, do Kiss, a banda deu início à parte do show de covers, que também teve Tom Sawyer, do Rush, Stay With Me, do The Faces, e Under Pressure, do Queen — as duas últimas com o baterista Taylor Hawkins no vocal, que foi difícil de ser ouvido.


Outra dificuldade foi conseguir encontrar algum ambulante vendendo água antes e durante o show do Foo Fighters. Nem mesmo as pequenas ilhas de bebidas no canto das pistas tinham água para vender. Algumas pessoas recorreram aos seguranças que estavam próximo à mesa de som, na pista Premium, que vendiam cinco copos de água a R$ 10, mas só aceitavam o dinheiro quando as luzes estavam apagadas.

Depois dos covers, a banda voltou para o palco principal e encerrou a apresentação com três dos seus maiores hits, All My Life, Best of You e Everlong. O Foo Fighters é uma banda incansável e grande parte dessa energia vem do líder da banda, que grita, corre de um lado para o outro e interage a todo momento com o público. Os outros integrantes respondem a altura e presenteiam os fãs com bons improvisos nas canções, que ganham proporções absurdas ao vivo.


Na quarta-feira (28), a banda encerra sua passagem pelo Brasil apresentando a turnê Sonic Highways em Belo Horizonte, na Esplanada do Mineirão. Os ingressos custam de R$ 150 a R$ 600.

Veja o repertório do show no Rio:


Something From Nothing

The Pretender

Learn to Fly

Breakout

Arlandria

My Hero

Big Me

Congregation

Walk

Cold Day in the Sun

In the Clear

This Is a Call

Monkey Wrench

Skin and Bones

Wheels

Times Like These

Detroit Rock City (Kiss)

Tom Sawyer (Rush)

Stay With Me (The Faces)

Under Pressure (Queen & David Bowie)

All My Life

Best of You

Everlong

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