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Em posse no Rio, Pezão agradece a Cabral e diz que "há muito a ser feito"

Governador falou em avanço na área de segurança com ênfase na baixada e Niterói

Rio de Janeiro|Do R7, com Agência Estado

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Pezão tomou posse nesta quinta-feira (1º); Cabral compareceu à cerimônia na Alerj, no centro do Rio de Janeiro
Pezão tomou posse nesta quinta-feira (1º); Cabral compareceu à cerimônia na Alerj, no centro do Rio de Janeiro
Pezão agradeceu Sérgio Cabral durante posse na Alerj
Pezão agradeceu Sérgio Cabral durante posse na Alerj

O governador do Rio de Janeiro, Luiz Fernando Pezão (PMDB), tomou posse nesta quinta-feira (1º) em cerimônia na Alerj (Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro), no centro do Rio de Janeiro. Em seu discurso, Pezão agradeceu ao ex-governador Sérgio Cabral (PMDB), presente na cerimônia. O governador exaltou a gestão do antecessor, mas admitiu que ainda há muito a ser feito no Estado.

— Não temos a utopia de que vencemos todas as batalhas. Há muito a ser feito.


O governador, que foi vice de Cabral em seus dois mandatos, citou pelo menos quatro vezes o padrinho político em seu discurso.

— Queria agradecer ao ex-governador Cabral por ter me proporcionado os melhores anos da minha vida. 


A campanha eleitoral de Pezão evitou a imagem de Cabral após desgaste político em onda de protestos nas ruas da capital fluminense. Hoje, o ex-governador foi aplaudido de pé pelos convidados de Pezão. Em entrevista nesta quinta, Cabral se disse disposto a ajudar Pezão, mas negou que vá atuar como conselheiro.

— Não tenho pretensão de ser conselheiro, porque acho que estamos muito bem entregues.


Ao prometer ser o "segundo prefeito" de cada cidade fluminense, Pezão acabou por indiretamente lembrar uma das principais críticas a Cabral: o excesso de viagens.

— Vocês vão ter um governador presente.


Entre os desafios que o governador terá de enfrentar, está o aumento da criminalidade no Estado. Pezão destacou a política de UPPs (Unidades de Política Pacificadora), dizendo que a ocupação das comunidades permitiu a chegada de serviços. Ele disse que quer avançar e dar prioridade ao policiamento na Baixada Fluminense, Niterói e São Gonçalo. 

No discurso de posse, o governador usou por duas vezes a palavra "crise" em referência à situação econômica do Estado — neste fim de ano, faltou dinheiro até para a ceia de Natal de policiais militares e bombeiros.

— Vamos enfrentar essa crise, transformando momentos difíceis em oportunidades.

Na mesa, ao lado de Pezão, estava o arcebispo do Rio, cardeal dom Orani Tempesta, o prefeito Eduardo Paes (PMDB) e o vice-governador eleito, senador Francisco Dornelles (PP). À tarde, o governador acompanha em Brasília a posse da presidente Dilma Rousseff.

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