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Especialista defende articulação entre governo federal, estado e município para combater crime organizado

Laryssa Kruger analisa megaoperação que resultou em pelo menos 119 mortes no Rio de Janeiro

Rio de Janeiro|Do R7

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LEIA AQUI O RESUMO DA NOTÍCIA

  • Ricardo Lewandowski, Ministro da Justiça, comenta sobre a megaoperação no Rio de Janeiro, que resultou em 119 mortes.
  • A coordenadora Laryssa Kruger destaca a importância da guarda municipal no combate às facções criminosas.
  • O STF reconheceu que as guardas também têm funções de policiamento, promovendo segurança com cidadania.
  • Kruger aponta a necessidade de uma colaboração entre o Governo federal, estado e município para efetivar políticas públicas que reduzam a criminalidade.

Produzido pela Ri7a - a Inteligência Artificial do R7

Nesta quarta (29), Ricardo Lewandowski, ministro da Justiça e Segurança Pública, se pronunciou sobre a megaoperação no Rio de Janeiro que deixou pelo menos 119 mortos, sendo quatro policiais. Sobre a possibilidade de instalação de uma norma de GLO (Garantia da Lei e da Ordem), o ministro disse que se trata de uma operação complexa e que precisa ser requerida pelo governo estadual.

Após a declaração de Lewandowski, a coordenadora-adjunta do núcleo de urbanismo social e segurança pública do Insper Cidades, Laryssa Kruger, explicou ao Conexão Record News que, mesmo sem a GLO, o combate ao crime organizado deve ser compartilhado pelos diversos entes do poder público.


“Vale reforçar aqui que a responsabilidade sobre a política de segurança pública é compartilhada entre todos os entes federais. Então, ainda que o governo estadual tenha um protagonismo, justamente porque ele é quem coordena a Polícia Militar, e o governo federal, ali com a inteligência e a investigação coordenando a Polícia Federal, a gente também tem as guardas, que são municipais, que também têm um papel importante”, argumenta.

Larryssa ressalta ainda que o crime organizado não está concentrado no Rio de Janeiro, pois está diversificado, inclusive nos investimentos, e lembra que a chefia desses grupos não está nas favelas.


“Então, como que a gente traz uma transformação de fato para o dia a dia dessas populações e ao mesmo tempo combate o crime organizado? É justamente a gente ter essa articulação entre governo federal, estado e também o município, trazendo iluminação pública de qualidade, trazendo o financiamento das políticas sociais que vão reduzir a criminalidade a partir de oportunidades”, completa.

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