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Rompimento de adutora: dono de empresa de bebidas e mais 3 são indiciados por homicídio

Acidente ocorreu em julho e resultou na morte de uma menina de três anos

Rio de Janeiro|Do R7

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A força da água destruiu casas próximas à adutora
A força da água destruiu casas próximas à adutora

A polícia indiciou por homicídio doloso - com intenção de matar -, 14 lesões corporais, crimes ambientais e dano ao patrimônio público, o dono da Guaracamp, Emílio Rodrigues Rios. A empresa de bebidas seria a responsável por uma obra que causou o estouro de uma adutora da Cedae em Campo Grande, zona oeste, em 30 de julho passado. O acidente resultou na morte da menina Isabela Severo, de três anos, e deixou ruas e casas da região alagadas.

Ainda segundo a Polícia Civil, os engenheiros responsáveis pela obra, Denis Pinto Teixeira e Kleber Ribeiro, também foram indiciados, assim como o operador da retroescavadeira que teria atingido a tubulação, Jairo Martins Rodrigues.


O relatório foi concluído na segunda-feira (28) pelo Delegado Marcos Drucker, da Delegacia de Campo Grande (35ª). Ele também pediu a interdição da fábrica com base em laudos da perícia que identificaram crime ambiental no local.

Mais vítimas


Além da morte de Isabela, 14 pessoas ficaram feridas. Nove foram levadas para o Hospital Rocha Faria, também em Campo Grande.

No dia do acidente, ao menos 86 famílias que tiveram suas casas invadidas pela água ficaram desabirgadas. Destas, 17 foram levadas para hotéis e tiveram as despesas com hospedagem e alimentação bancadas provisoriamente pela Cedae. As outras famílias preferiram ficar em casas de parentes.

O R7 tentou contato com a Guaracamp, que não havia se posicionado até a publicação desta reportagem.

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