Familiares de menina assassinada em Costa Barros serão recebidos na Alerj
Parentes da adolescente pedem justiça e exigem que investigações tenham prosseguimento
Rio de Janeiro|Do R7

Nesta tarde de segunda-feira (3) a família de uma menina, assassinada na última quinta-feira (30) em Costa Barros, zona norte do Rio, será recebida pela comissão de direitos humanos da Alerj. Os parentes exigem que as causas da morte da menina sejam investigadas. Segundo dados do ISP (Instituro de Segurança Pública do Rio), nos dois primeiros meses desse ano, 182 pessoas foram mortas durante operações da polícia, um aumento de 78% em relação a 2016, que registrou 102 falecimentos em momentos de confrontos neste mesmo período do ano.
Na quinta-feira (30) uma menina de 13 anos foi assassinada em Costa Barros, enquanto participava de uma aula de educação física em sua escola. Segundo informações, havia um confronto na comunidade da Pedreira quando a vítima foi atingida por uma bala perdida. No entanto, seu irmão afirmou que ela teria sido executada, já que havia quatro marcas de tiro em sua roupa.
A morte da adolescente dentro de uma escola em Costa Barros, zona norte do Rio, na tarde desta quinta-feira (30), provocou protesto de moradores na avenida Brasil, altura de Barros Filho.
Dois homens também teriam sido mortos em frente ao colégio da jovem assassinada. As informações divulgadas inicialmente pela Polícia Militar, informavam que os dois teriam morrido durante confronto com policiais do Batalhão de Irajá. Ainda segundo a nota, a unidade foi acionada "para intervir em ação de marginais que estavam praticando crimes na rua Prefeito Sá Lessa, Fazenda Botafogo, próxima ao Rio Acari". Houve confronto, com a chegada dos policiais, segundo a nota.
Poucas horas após a ação, o registro da morte dos suspeitos viralizou na internet. O vídeo mostra dois policiais se aproximando de dois suspeitos caídos no chão, na calçada da Escola Daniel Piza. Nas imagens é possível ver um dos agentes retirando uma arma, que parece ser um fuzil, de perto de um dos suspeitos. As armas em posse dos PMs também aparentam ser fuzis. Segundo informações preliminares, Maria Eduarda foi atingida por disparos deste modelo de arma.
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