Funcionários da viação Vera Cruz alegam ter sofrido represália após greve
Trabalhadores da viação Trel fizeram protesto nesta madrugada em Duque de Caxias
Rio de Janeiro|Do R7

Quatro trabalhadores da viação Vera Cruz alegam ter sofrido assédio moral da empresa após terem aderido à greve de dois dias promovida pela categoria nesta semana. Eles dizem que foram impedidos de trabalhar nesta sexta-feira (12) e que foram chamados para comparecerem no departamento de recursos humanos da empresa. Eles informaram ainda, que em reunião realizada com os proprietários da viação foi negada a negociação das reivindicações dos funcionários, tendo sido acatada apenas o pedido de regularização dos horários de trabalho, que vinha apresentando problemas como a permanência de funcionários na garagem por horas não previstas no contrato, sem o recebimento de hora extra.
— Eles conseguiram desmobilizar a gente, o pessoal ficou com medo de sofrer represália — afirmou um trabalhador.
A categoria reinvindica melhores condições de trabalho, o fim de descontos indevidos em seus vencimentos, assim como, protestam contra o corte da cesta básica. Um funcionário relatou que um colega de trabalho chegou a receber R$400 em um mês, devido à abatimentos arbitrários em seu salário.
O R7 procurou a assessoria da Vera Cruz, mas não obteve resposta sobre o caso.
Paralisação na Trel
Funcionários da viação Trel fizeram um protesto pacífico em frente à garagem da empresa, na rodovia Rio-Magé, baixada fluminense, nesta madrugada de sexta-feira (12). Eles reivindicam melhores condições de trabalho. De acordo com o 9ºBPM (Duque de Caxias) não houve confronto e toda manifestação transcorreu bem.
A Viação Trel informou que cerca de 30 ex-funcionários da empresa tentaram fazer um protesto na porta da garagem e impedir a saída dos ônibus, nesta madrugada. Não houve adesão de motoristas e cobradores e a frota operou normalmente durante esta manhã.
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