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Grupo de combate ao crime organizado do MP vai acompanhar caso Amarildo

Polícia fez buscas por corpo de Amarildo nesta sexta

Rio de Janeiro|Do R7

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Amarildo de Souza está desaparecido desde 14 de julho
Amarildo de Souza está desaparecido desde 14 de julho

O Gaeco (Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado) do Ministério Público do Estado do Rio de Janeiro (MPRJ) vai acompanhar os desdobramentos do caso Amarildo. A designação partiu do procurador-geral de Justiça, Marfan Martins Vieira, baseado no trabalho investigativo que o grupo desenvolve em crimes de grande repercussão no país.

Agentes da DH (Divisão de Homicídios) fizeram buscas pelo corpo do ajudante de pedreiro Amarildo de Souza, desaparecido desde 14 de julho nesta sexta-feira (11). As buscas começaram às 10h em uma área de mata na Rocinha, mas a corporação não encontrou nada. A região é de difícil acesso - fechada e íngreme.


A ação contou com 50 agentes da DH, bombeiros, cães farejadores e até mergulhadores. A polícia checava suspeita de que o corpo poderia estar escondido em um reservatório no parque ecológico da Rocinha. As buscas foram realizadas nas localidades conhecidas como Labouriaux, no alto da favela, e Dioneia, também na parte alta da comunidade.

Com base em depoimentos de testemunhas, a polícia acredita que o pedreiro foi torturado por policiais da UPP (Unidade de Polícia Pacificadora) da Rocinha para denunciar o esconderijo de armas e drogas. A sessão de agressões não teria acontecido na sede da UPP, já que a perícia não encontrou sangue ou outras evidências no local. O crime teria ocorrido em alguma casa no Labouriaux ou em uma mata perto dali.

Dez policiais da UPP foram indiciados e cumprem prisão preventiva pelo crime de tortura seguida de morte e ocultação de cadáver. Entre os suspeitos está o ex-comandante da UPP, major Edson Santos.

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