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Justiça concede liberdade provisória a socialite presa por injúria racial e furto de joia

Como exigência do juiz, Amanda Mocellin deverá se recolher em casa após as 22h

Rio de Janeiro|Do R7

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A socialite deixou a delegacia com um casaco para esconder o rosto
A socialite deixou a delegacia com um casaco para esconder o rosto

Amanda Mocellin teve seu pedido de liberdade provisória aceito nesta terça-feira (9). A mulher de 36 anos é filha de Neodi Mocellin, um dos fundadores da rede de churrascarias Porcão. Ela foi presa na quinta-feira (4) sob suspeita de injúria racial e furto de joias em um shopping na Barra da Tijuca, zona oeste do Rio de Janeiro. Amanda teria escondido um brinco na bolsa e chamado uma das funcionárias da loja de “negrinha”.

Segundo o juiz Alberto Salomão Júnior,titular da 33ª Vara Criminal do Rio, a defesa de Amanda apresentou novos documentos. Entre eles, a indicação médica para que a mulher seja internada para tratar abuso e dependência de álcool. O magistrado considerou que não há mais motivos para manter a prisão preventiva.


Amanda, no entanto, terá que cumprir algumas exigências. Deverá comparecer em juízo todo mês para informar e justificar suas atividades, manter o endereço atualizado, não retornar ao shopping que foi praticada a infração, não entrar em contato com as vítimas ou testemunhas do caso e não se ausentar da cidade do Rio por mais de oito dias sem autorização da justiça. Além disso, a mulher terá que se recolher em casa após as 22h.

Segundo o Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro, o alvará de soltura de Amanda Mocellin já foi expedido. 

Assista ao vídeo:

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