Justiça mantém prisão de Rodrigo Bacellar após passar por audiência de custódia
Ex-presidente da Alerj foi capturado em Teresópolis (RJ) na terceira fase da Operação Unha e Carne
Rio de Janeiro|Bruna Lima, do R7, em Brasília
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A Justiça manteve a prisão do ex-presidente da Alerj (Assembleia Legislativa do Rio) Rodrigo Bacellar após audiência de custódia realizada na manhã deste sábado (28). O político voltou a ser detido pela PF (Polícia Federal) na tarde de sexta-feira (27), na terceira fase da Operação Unha e Carne.
Ele foi capturado em casa, em Teresópolis, na região serrana do Rio de Janeiro.
O mandado de prisão preventiva (sem prazo) foi expedido pelo STF (Supremo Tribunal Federal) e cumprido após a cassação do mandato de Bacellar pelo TSE (Tribunal Superior Eleitoral).
Acusação
O ex-presidente da Alerj é acusado de vazar a operação que prendeu o também ex-deputado TH Joias.
Segundo as investigações, o repasse de informações sigilosas atrapalhou o resultado da Operação Zargun, em setembro de 2025.
Em dezembro do mesmo ano, Bacellar chegou a ser preso pela PF por conta de mensagens trocadas com TH pouco antes da operação.
O então presidente da Alerj teria alertado e orientado o aliado político sobre como escapar da ação.
No entanto, Bacellar foi solto por decisão da Alerj. Mas, ao deixar a cadeia, ele ficou afastado da presidência da Casa Legislativa por decisão do STF.
Com a cassação do mandato por outro processo na Justiça Eleitoral, Bacellar perdeu o respaldo da Casa Legislativa para se manter em liberdade.
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