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Justiça Militar ouve 4 testemunhas sobre orgia no quartel dos bombeiros

Caso passou a ser investigado depois que fotos da "festinha" foram divulgadas na internet

Rio de Janeiro|Do R7

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Anexadas ao processo judicial, imagens da "festinha" no quartel dos bombeiros foram parar na internet
Anexadas ao processo judicial, imagens da "festinha" no quartel dos bombeiros foram parar na internet

Quatro testemunhas de acusação na ação contra dois bombeiros acusados de realizar orgias no Grupamento de Bombeiros Militar da Posse (4º GBM), em Nova Iguaçu, na baixada, são ouvidas nesta segunda-feira (1º), segundo o TJ-RJ (Tribunal de Justiça do Rio de janeiro). Ocaso envolve os bombeiros Anderson Luiz Santana Machado e Vagner da Silva Oliveira.

Marcada para a 14h, a audiência será realizada na Auditoria da Justiça Militar, na Gamboa, zona portuária do Rio. Machado e Oliveira são acusados de praticar ou permitir a prática de ato libidinoso em local sujeito à administração militar — pena de seis meses a um ano —, com agravantes de abuso de poder ou violação de dever inerente a cargo e quando o ofendido estava sob a imediata proteção da autoridade.


Conheça o caso

Os dois bombeiros do 4º Grupamento de Bombeiros Militar ficaram 23 dias presos depois que fotos de um casal fazendo sexo no quartel foram postadas em um site de conteúdo adulto, segundo informou por meio de nota a Corregedoria Interna do Corpo de Bombeiros.


Após o caso vazar e chegar ao comando da corporação, o cabo alegou ter organizado a festinha sob aprovação do sargento. Ele teria feito sexo com o casal dentro de uma viatura da corporação e tirado fotos eróticas até na escada magirus.

Mulher nega participação de marido


A mulher do sargento do 4º Grupamento de Bombeiros Militar que ficou 23 dias preso por suspeita de permitir orgia no quartel de Nova Iguaçu, na Baixada Fluminense, negou a participação do marido no esquema de organização da “festinha”, em junho de 2012.

De acordo com Patrícia Cardoso, o cabo que teria feito sexo com um casal em uma viatura da corporação bolou tudo sozinho e agiu pelas costas do comando. As fotos do encontro vazaram em um site de conteúdo adulto.

— Eu sei da inocência do meu marido. Assim que saiu essa história, em junho do ano passado, ele conversou comigo. Eu sei que ele jamais permitiria isso. Ele não sujaria a farda que ele tanto ama e nem desrespeitaria os nossos dois filhos. Foi tudo organizado pelo cabo. Ele agiu sozinho e enganou todo mundo.

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