Justiça nega liberdade provisória a manifestantes acusados de matar cinegrafista
Caio de Souza e Fábio Raposo seguem presos em Bangu e respondem por homicídio doloso
Rio de Janeiro|Do R7

O Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro negou nesta terça-feira (25) o habeas corpus pedido pela defesa de Caio Silva de Souza e de Fábio Raposo, acusados de acender o rojão que matou o cinegrafista da Rede Bandeirantes Santiago Andrade, no começo deste mês, no centro do Rio.
O veto ao requerimento foi dado pelo desembargador Marcos Quaresma. O advogado Jonas Tadeu alegava que os dois têm endereço fixo, são réus primários e não oferecem risco à sociedade, mas o desembargador não aceitou os argumentos.
Ambos respondem por homicídio triplamente qualificado, por motivo torpe, sem dar chance de defesa à vítima e com emprego de explosivo. A pena pode chegar a 35 anos.















