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Justiça nega segundo pedido da prefeitura de assumir linha Amarela

O TJ-RJ (Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro) manteve liminares que permitem à Lamsa efetuar a cobrança do pedágio da linha Amarela

Rio de Janeiro|Erick Guimarães, do R7*

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Prefeitura do Rio teve seu pedido de suspensão de pedágio negado
Prefeitura do Rio teve seu pedido de suspensão de pedágio negado

O presidente do TJ-RJ (Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro), desembargador Claudio de Mello Tavares, negou, na tarde desta quarta-feira (13), o segundo pedido da Prefeitura do Rio de suspensão das liminares que garantiam à concessionária Lamsa, empresa que administra a linha Amarela, o direito de continuar cobrando pedágio da via expressa.

A primeira liminar suspendeu os efeitos da decisão de cancelar o contrato de concessão restabelecendo o direito da cobrança de pedágio nos dois sentidos da Linha Amarela pela empresa.


Dessa vez, foi determinado que o município se abstivesse de prosseguir na adoção do serviço concedido por contrato de concessão e de praticar qualquer ato e medida que impedissem a prestação do serviço concedido. Caso contrário, será cobrada uma multa diária de R$ 100 mil.

Segundo a CPI (Comissão Parlamentar de Inquérito) da Linha Amarela, instaurada pela Câmara do Rio, a concessionária que administra a via lucrou R$ 1,6 bilhão de forma indevida.

*Estagiário do R7, sob supervisão de Ana Vinhas

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