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Justiça ouve testemunhas e envolvidos na morte do embaixador grego nesta terça

Entre os acusados estão a mulher da vítima e um policial que seria seria seu amante

Rio de Janeiro|Do R7

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Diplomata foi assassinato em dezembro do ano passado
Diplomata foi assassinato em dezembro do ano passado

A Justiça vai ouvir as testemunhas e os três envolvidos na morte do embaixador grego Kyriakos Amiridis, morto em dezembro do ano passado. Entre os acusados estão a mulher da vítima, Françoise de Souza Oliveira, o soldado PM Sérgio Gomes Moreira e Eduardo Moreira Tedeschi de Melo, sobrinho do policial. A Audiência de Instrução e Julgamento está marcada para começar às 12h, no Fórum de Nova Iguaçu, com o juiz Alexandre Guimarães Gavião Pinto, da 4ª Vara Criminal de Nova Iguaçu/Mesquita, na Baixada Fluminense.

Segundo a denúncia, Françoise e Sérgio, que seriam amantes, teriam planejado o crime com o intuito de ficarem com os bens e a pensão de Kyriakos. Na noite de 26 de dezembro, Sérgio e Eduardo entraram na casa do embaixador, no Condomínio Residencial Bom Clima, em Nova Iguaçu, com as chaves dadas pela mulher ao PM. Françoise havia saído com a filha e deixou o marido sozinho.


O diplomata foi atacado na sala e, devido às lesões, teve hemorragia. Sérgio e Eduardo enrolaram o corpo em um tapete e o colocaram dentro de um carro, que foi incendiado próximo ao Arco Metropolitano, em Nova Iguaçu. A embaixatriz e Sérgio chegaram a comunicar à polícia o desaparecimento de Kyriakos Amiridis.

O PM ainda tentou apagar as imagens do circuito interno do condomínio nas quais aparecia em frente à casa da amante. De acordo com a denúncia, os três acabaram confessando a participando no crime. Todos estão presos.

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