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Manifestantes fazem acusações contra juíza que prendeu trio black bloc no Rio

O Tribunal de Justiça do Rio informou que a juíza não pretende se manifestar

Rio de Janeiro|Do R7

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Grupo divulgou um vídeo na internet com acusações contra a juíza
Grupo divulgou um vídeo na internet com acusações contra a juíza

O grupo Anonymous publicou um vídeo na internet no qual faz acusações contra a juíza Simone de Faria Ferraz, da 27ª Vara Criminal do Rio de Janeiro, que expediu um mandado de identificação para os administradores das páginas do Black Bloc e do Anonymous na rede social Facebook. Três jovens foram presos no dia 4 deste mês suspeitos de incitarem a violência na internet. Eles foram libertados no último dia 13 devido a um habeas corpus.

No vídeo intitulado “Inquisição Carioca”, o grupo Anonymos disse que a medida da juíza foi infundada e inconstitucional, e alega que a identificação do trio só poderia ser feita se eles tivessem cometido algum crime.


Para o grupo, Simone faz o Estado regredir à época das inquisições, ao exercer seu cargo sem respeitar a Constituição. Segundo os manifestantes, a juíza responde à uma ação civil pública proposta pelo Ministério Público do Rio por fraude no concurso de magistrados no qual ela foi aprovada. Eles dizem que isso tira a legitimidade do trabalho dela e questionam a aptidão da juíza para exercer seu cargo.

Outra acusação feita pelo grupo é que as provas de pedofilia encontradas no computador de um dos administradores do Black Bloc possivelmente foram implantadas, já que os agentes não quiseram enviar o computador para a perícia da Polícia Federal. Eles afirmam que implantação de provas é uma prática comum da PM.

O R7 entrou em contato com o Tribunal de Justiça, mas foi informado que a juíza não fala sobre o caso, pois a investigação realizada pela Polícia Civil corre em sigilo.

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