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Marcus Amim, alvo da Operação Unha e Carne, é o 5º chefe da Polícia Civil do RJ preso

Ele foi preso na mesma ação que deteve o deputado federal eleito Marcio Canella, 2º mais votado nas eleições de 2026 no estado

Rio de Janeiro|Do R7

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LEIA AQUI O RESUMO DA NOTÍCIA

  • Marcus Amim, ex-secretário da Polícia Civil, é o 5º chefe preso nos últimos oito anos no RJ.
  • Amim foi detido em Niterói durante a 8ª fase da Operação Unha e Carne.
  • Na mesma operação, o deputado estadual eleito Marcio Canella também foi preso.
  • Os dois são suspeitos de envolvimento em esquema de lavagem de dinheiro envolvendo postos de combustíveis.

Produzido pela Ri7a - a Inteligência Artificial do R7

Marcus Amim foi secretário de Polícia Civil do Rio de Janeiro Reprodução/ Polícia Civil

Um dos alvos da 8ª fase da Operação Unha e Carne, o ex-secretário Marcus Amim é o 5º chefe da Polícia Civil do Rio de Janeiro preso nos últimos oito anos.

O delegado foi detido pela Polícia Federal no condomínio onde mora em Niterói, na região metropolitana do Rio de Janeiro, na manhã desta quinta-feira (15).

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Amim ocupou o cargo de secretário entre os anos de 2023 e 2024, durante a gestão do ex-governador Cláudio Castro.

Outros quatro antecessores dele também acabaram presos por diferentes motivos desde 2008:

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  • Álvaro Lins, também ex-deputado estadual, foi acusado de corrupção;
  • Ricardo Hallak, acusado de corrupção;
  • Allan Turnowski, investigado por ligação com o jogo do bicho.
  • Rivaldo Barbosa, condenado por envolvimento no assassinato da vereadora Marielle Franco.

Unha e Carne

Na mesma operação que capturou Marcus Amim, a Polícia Federal também prendeu o deputado estadual eleito Marcio Canella, 2º mais votado nas eleições de 2026 no estado.

Os dois são apontados como envolvidos em um esquema que usava rede de postos de combustíveis para lavagem de dinheiro. Ao todo, o grupo teria movimentado R$ 7,6 bilhões em seis anos.

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As investigações da PF indicam que a quadrilha contava com a participação e a articulação de agentes públicos e políticos.

Além de Amim e Canella, outras quatro pessoas foram presas na ação de hoje, sendo três delas policiais civis.

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Defesa

Procurado, o advogado Thiago Minagé disse aguardar o acesso a Marcus Amim e à decisão para prestar os devidos esclarecimentos.

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