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Marido de missionária acusado de abusar do enteado poderá ficar solto sem tornozeleira

Governo do Rio afirma que está sem equipamento para monitorar presos em regime domiciliar

Rio de Janeiro|Do R7

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Heiderich foi preso no último dia 4, após denúncia da mulher
Heiderich foi preso no último dia 4, após denúncia da mulher

Sem um pedido de prisão preventiva contra o pastor Felipe Garcia Heiderich, a Justiça determinou que ele responda em liberdade ao processo em que é acusado de abusar do enteado. Entretanto, estava previsto que o réu usasse uma tornozeleira eletrônica e que se mantivesse longe da mulher, a missionária Bianca Toledo, e do filho dela, de cinco anos.

A Secretaria de Estado da Administração Penitenciária do Rio de Janeiro afirmou, neste sábado (9), que "no momento, não possui tornozeleira eletrônica para ser colocada". A pasta ainda acrescentou que "ele pode ir para prisão domiciliar sem tornozeleira, desde que o juiz autorize".


Até o momento, a secretaria não recebeu a ordem para que Heiderich seja solto. Ontem, a Justiça aceitou a denúncia contra ele, mas estabeleceu apenas medidas cautelares. A prisão era temporária — o pastor foi detido no dia 4 deste mês e está desde então em Bangu.

A criança é fruto do primeiro casamento de Bianca. Ela foi à DCAV no dia 22 de junho para denunciar que o filho foi abusado dentro da casa em que a família morava, no Recreio dos Bandeirantes. A delegada Cristiana Bento instaurou um inquérito e pediu a prisão temporária de Felipe, com base nas provas coletadas.

O advogado de Felipe, Leandro Meuser, utilizou o perfil de seu cliente para dar a versão dele dos fatos. Na publicação, Meuser afirma que "as acusações formuladas contra Felipe são inteiramente falsas". E pede orações "para que ele tenha forças para superar essa grave injustiça".

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