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Menor procurado por envolvimento em estupro coletivo de adolescente se entrega em delegacia do RJ

A Justiça determinou a internação do jovem de 17 anos após o surgimento de novas denúncias

Rio de Janeiro|Do R7, com RECORD

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Justiça mandou apreender o adolescente RECORD

O menor procurado por envolvimento no estupro coletivo de uma adolescente de 17 anos, em Copacabana, na zona sul do Rio, se entregou à polícia nesta sexta-feira (6). Ele se apresentou na Delegacia de Belford Roxo nesta tarde.

A internação do adolescente foi determinada pelo juízo da Vara da Infância e da Juventude da Capital. O MPRJ (Ministério Público do Rio de Janeiro), que chegou a negar dois pedidos da polícia, concordou com a medida após o surgimento de novas denúncias.


Ele era considerado foragido após não ter sido encontrado por policiais civis em endereços dos bairros de Copacabana e São Cristóvão, na quinta-feira (5).

As investigações apontaram o menor como “mentor intelectual” do caso. Trocas de mensagem revelaram que ele foi o responsável por atrair a menina para o apartamento onde aconteceu a violência sexual. Por ser ex-namorado da vítima, a polícia entendeu que ele tinha a confiança dela.


O crime aconteceu em 31 de janeiro deste ano. No imóvel, a adolescente foi surpreendida por outros quatro homens quando estava no quarto com o menor. Os adultos acusados de participação no crime já estão presos.

Estupro coletivo

Quatro homens estão presos pelo crime RECORD

A investigação começou após o estupro coletivo ocorrido em 31 de janeiro, em Copacabana. A 1ª Vara Especializada em Crimes contra a Criança e o Adolescente já havia decretado a prisão dos quatro maiores de idade suspeitos — todos se apresentaram.


O processo foi desmembrado porque menores de 18 anos respondem por atos infracionais, e não crimes. O equivalente à prisão é a internação socioeducativa, que depende de parecer do Ministério Público.

Inicialmente contrário ao pedido, o MPRJ agora sustenta que a internação do adolescente é necessária, diante das novas informações.


O adolescente, afastado do Colégio Pedro II, é apontado por duas jovens como responsável por atraí-las aos locais onde teriam sido violentadas.

Caso Copacabana — vítima de 17 anos

A jovem afirma que foi convidada pelo ex-namorado para ir ao apartamento onde ele estava com quatro amigos. Ela diz ter consentido apenas em manter relações com o ex, mas acabou submetida a agressões e ao estupro coletivo.

Os quatro adultos envolvidos já se entregaram à Polícia Civil e são réus por estupro coletivo e cárcere privado.

Segundo caso — vítima de 14 anos

Outra adolescente, que tinha 14 anos à época, também diz ter sido atraída pelo menor a um apartamento onde encontrou um grupo de rapazes. Ela relata ter sido estuprada e agredida por pelo menos três deles. O ato teria sido filmado e divulgado.

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