Logo R7.com
RecordPlus

Mesmo com novos hábitos, metade do mundo ainda assiste à Olimpíada, diz COI

Comitê diz que rendimento das transmissões olímpicas será de US$ 4,1 bi entre 2013 e 2016

Rio de Janeiro|Do R7

  • Google News
[embed id="57b4e3a8b8d5dee1d600430a" author="REUTERS%2FPilar%20Olivares" dimensions="460x305" crop="" description="Lumme%20disse%20que%20a%20audi%C3%AAncia%20nas%20Am%C3%A9ricas%20tem%20sido%20%C3%B3tima%20gra%C3%A7as%20ao%20fuso%20hor%C3%A1rio%20favor%C3%A1vel" title="Lumme%20disse%20que%20a%20audi%C3%AAncia%20nas%20Am%C3%A9ricas%20tem%20sido%20%C3%B3tima%20gra%C3%A7as%20ao%20fuso%20hor%C3%A1rio%20favor%C3%A1vel" url="http://img.r7.com/images/2016/08/06/465w3xs7aa_105rzmte2f_file.jpg" namespace="images"]

O COI (Comitê Olímpico Internacional) acredita que até o final da Olimpíada do Rio de Janeiro cerca de metade da população mundial terá assistido aos Jogos de alguma forma, já que os avanços na transmissão do evento pela Internet superaram a audiência de canais tradicionais, de acordo com o diretor-administrativo dos Serviços de Televisão e Marketing do COI, Timo Lumme.

— A marca deixada pelo alcance em potencial dos Jogos está aumentando. 


A projeção de Lumme é equivalente à audiência da última Olimpíada, realizada em 2012. O COI descobriu que 3,6 bilhões de pessoas de todo o mundo assistiram a ao menos um minuto dos Jogos de Londres — a população mundial é de cerca de 7 bilhões de pessoas.

Lumme negocia os acordos de transmissão de longo prazo do COI com emissoras de todo o globo, a maior fonte de renda dos Jogos.


O COI disse que o rendimento das transmissões olímpicas será de US$ 4,1 bilhões entre 2013 e 2016, um aumento de 7,1% em relação aos quatro anos anteriores. A venda de direitos de transmissão rende à entidade 74% de sua receita, que o COI então distribui para que comitês organizadores nacionais e federações esportivas internacionais apoiem os atletas.

Os hábitos dos espectadores mudam durante cada edição dos Jogos, e mais deles procuram notícias da Olimpíada online ou em redes sociais, fragmentando os públicos de transmissões tradicionais pelas quais os anunciantes ainda pagam um preço alto.

Lumme disse que a audiência nas Américas tem sido ótima graças ao fuso horário favorável, o que inclui o Brasil.

Últimas


Utilizamos cookies e tecnologia para aprimorar sua experiência de navegação de acordo com oAviso de Privacidade.