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MP pede afastamento de acusados por choque em nádegas de menores em abrigo da prefeitura

Promotora condena ação praticada por cinco educadores e acusa diretora de omissão

Rio de Janeiro|Do R7

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Agressões teriam ocorrido após psicóloga ter o celular furtado
Agressões teriam ocorrido após psicóloga ter o celular furtado

A 2ª Promotoria de Justiça da Infância e Juventude da Capital entrou com uma ação pública para pedir o afastamento de cinco acusados de agredir menores em um abrigo da prefeitura no centro do Rio de Janeiro. A promotoria também aponta que deve responder criminalmente por omissão Jaqueline Daher, diretora da Central de Recepção de Crianças e Adolescente Taiguara.

A ação foi decidida após a denúncia de que os moradores do local estavam sendo vítimas de maus-tratos. Alguns deles até teriam recebido choques nas nádegas como castigos.


Ainda de acordo com ação assinada pela promotora Paula Marques da Silva Oliveira, a Casa Espírita Tesloo, responsável pela contratação dos profissionais que atuam na casa Taiguara, deve ficar proibida de escalar os acusados para atividades semelhantes em outros abrigos. Uma outra ação por danos morais coletivos foi ajuizada contra o Município do Rio.

Segundo a promotora Oliveira, os educadores Jorge Pinto de Aragão, Jeferson Lopes Alexandre, Edvar Guedes Pereira, Rosemary Michelli Luz, a "Xuxa", e Valter Luiz dos Santos Aragão, o "Macumba", e a diretora da instituição “não estão aptos a trabalhar nessas instituições, porque põem em risco a integridade física e psicológica dos abrigados. O MP denuncia ainda que “nenhuma medida foi tomada para proteger os adolescentes, que poderiam ter sido transferidos, mas permanecem no Taiguara”.

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