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Justiça do Rio decide que acusados da morte de galerista americano vão a júri popular

O crime teria sido encomendado pelo companheiro de Brent Sikkema em meio a disputas patrimoniais na separação

Rio de Janeiro|Do R7

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Brent Sikkema foi assassinado no Rio em janeiro deste ano
Brent Sikkema dento de casa no Jardim Botânico Reprodução

A Justiça do Rio decidiu que os acusados pela morte do galerista americano Brent Sikkema vão a júri popular. A vítima foi assassinada a facadas em janeiro de 2024, no bairro do Jardim Botânico, na zona sul do Rio de Janeiro.

Apontado como o assassino, o cubano Alejandro Triana Prevez responde por homicídio qualificado por motivo torpe, mediante promessa de recompensa, por motivo fútil, com emprego de meio cruel e mediante recurso que dificultou a defesa da vítima.


Ele também é acusado de furto qualificado praticado durante o repouso noturno. Ainda foi incluída a agravante de crime contra pessoa maior de 60 anos.

A morte do galerista teria sido encomendada pelo companheiro de Brent, Daniel Sikkema, em troca do pagamento de US$ 200 mil (cerca de R$ 1 milhão). Ele também é réu por homicídio qualificado.


O processo corre na 3ª Vara Criminal da Capital. De acordo com a denúncia do Ministério Público, Alejandro viajou para o Brasil, seguindo as coordenadas oferecidas por Daniel e sendo auxiliado financeiramente por ele.

O documento destaca que o cubano usou chaves fornecidas por Daniel para entrar na residência da vítima. Ele golpeou o galerista várias vezes com uma faca.


A motivação para o crime teria sido financeira em meio a disputas patrimoniais após a separação de Brent e Daniel.

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