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Para comandante de UPP, morte de criança na Rocinha foi planejada; homem a abordou em festa

Testemunhas viram homem entre 20 e 30 anos, de casaco verde, abordar menina em festa

Rio de Janeiro|Do R7

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Corpo de Rebeca Santos tinha sinais de estupro e estrangulamento
Corpo de Rebeca Santos tinha sinais de estupro e estrangulamento

A comandante da UPP (Unidade de Polícia Pacificadora) da Rocinha, major Priscila Azevedo, disse nesta segunda (30) acreditar que a morte de Rebeca Santos, de nove anos, na comunidade foi planejada.

— A gente chega à conclusão de que é uma mente criminosa, uma mente doentia, que foi algo planejado porque, apesar da proximidade, ele [suspeito] levou a criança para um lugar que vários moradores, com os quais conversei, desconheciam. Então, a gente começa a ver que foi uma coisa articulada, uma coisa planejada.


Testemunhas relataram à polícia que um homem entre 20 e 30 anos, que usava um casaco verde, abordou a criança durante uma festa. Ela desapareceu durante festa infantil na noite de sábado (28).

O corpo da criança, que tinha sinais de estupro e estrangulamento, foi achado na manhã de domingo (29) perto da UPP. O sepultamento de Rebeca aconteceu nesta segunda (30) no Cemitério São João Batista, em Botafogo, na zona sul do Rio.


A Polícia Civil analisa imagens das câmeras de segurança instaladas na região da UPP e ouve testemunhas nesta segunda.

De acordo com testemunhas, ela desapareceu por volta das 21h. Rebeca estaria em um bar da comunidade com a mãe, quando disse que ia à festa, que acontecia perto dali. Uma pessoa teria tirado a menina à força do local. Rebeca teria resistido.


De acordo com a polícia, o sumiço da menina foi registrado ainda na madrugada e o corpo encontrado pela mãe e uma tia em um terreno baldio na localidade da Cachopa. O caso foi repassado à Divisão de Homicídios.

Assista à reportagem:

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