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Para novo comandante, PM busca "medida certa" para atuar nos protestos

José Luís Castro Menezes falou que a Polícia Militar está em uma fase de ascensão

Rio de Janeiro|Do R7

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Coronel José Luís Castro Menezes foi nomeado como novo comandante da Polícia Militar do Rio na terça-feira (6)
Coronel José Luís Castro Menezes foi nomeado como novo comandante da Polícia Militar do Rio na terça-feira (6)

Em entrevista ao Balanço Geral RJ nesta quarta-feira (7), o novo comandante geral da PM, o coronel José Luís Castro Menezes, nomeado na terça-feira (6) pelo secretário estadual de Segurança, José Mariano Beltrame, afirmou que as cobranças feitas pela população à Polícia Militar são importantes para corrigir os erros e melhorar o trabalho.

— A cobrança é importante para melhorar o serviço prestado e corrigir os erros do passado.


Segundo o comandante, fica à frente da corporação é um grande desafio.

Menezes comentou as manifestações que se intensificaram na cidade desde junho passado. Ele disse que a polícia busca a "medida certa" para atuar nos protestos e que não quer que as manifestações descambem para o vandalismo. Segundo ele, os agentes da PM são cuidadosos ao fazer revistas em mochilas em busca de coquetel molotov. O coronel também afirmou que se preocupa com a segurança dos manifestantes e falou que é importante que eles tenham consciência e respeito ao patrimônio público e privado.


Menezes disse que o caso do pedreiro Amarildo Dias de Souza, desparecido desde 14 julho, quando foi levado para averiguação por policiais da UPP (Unidade de Polícia Pacificadora) da Rocinha é preocupante. Ele diz esperar que o desaparecimento seja esclarecido em um futuro próximo, assim como o possível envolvimento de policiais.

O novo comandante da PM também falou sobre o futuro das UPPs. Ele disse que a próxima comunidade a ser pacificada ainda vai ser estudada, pois deve haver planejamento e discussão técnica antes que a decisão seja anunciada.


Ele ainda comentou sobre a migração de traficantes de favelas ocupadas para outras regiões como a Baixada Fluminense e a Região dos Lagos. Menezes disse que a movimentação de criminosos é estudada em todas as regiões. De acordo com ele, a polícia acompanha a mancha criminal para encaminhar reforço.

Veja a entrevista:

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