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PM acusado da morte de Ágatha Félix diz não saber de onde partiu o disparo que matou a menina

Rodrigo José Matos também declarou que outro PM não reproduziu as ações do dia do crime na reconstituição

Rio de Janeiro|Do R7, com Fernanda Macedo, da Record TV Rio

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Ágatha Félix foi morta no tiro nas costas
Ágatha Félix foi morta no tiro nas costas

O policial militar acusado da morte da menina Ágatha Félix foi interrogado na terceira audiência sobre o caso nesta segunda-feira (28). Rodrigo José Matos afirmou não saber de onde partiu o tiro que matou a menina de 8 anos, em setembro de 2019, no Complexo do Alemão, zona norte do Rio. 

À juíza Tulla Côrrea de Mello, da 1ª Vara Criminal do Tribunal de Justiça do Rio, o réu declarou não ter como precisar quem efetuou o tiro que atingiu a menina nas costas dentro de uma kombi.


"Não sei se foi da minha arma, não sei se foi da arma de um colega ou se foi da arma do bandido", disse.

Em outro momento, Rodrigo afirmou, ainda, que durante a reconstituição do caso um dos colegas não reproduziu as próprias ações como de fato ocorreram no dia do crime. 


"Ele fez diferente do que aconteceu no dia para se safar", declarou. 

Outras duas testemunhas também foram ouvidas hoje, entre eles outro PM e um morador da comunidade. 


Relembre o caso

Ágatha Félix foi baleada nas costas enquanto estava com a mãe em uma kombi no Complexo do Alemão em 21 de setembro de 2019.

A investigação da Polícia Civil concluiu que o tiro que matou a menina foi disparado por um PM. Em dezembro de 2019, o cabo Rodrigo José Soares virou réu por homicídio qualificado.

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