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PM acusado de matar policial penal em quiosque no Recreio se entrega à polícia no Rio

Agente se apresentou após mandado de prisão ser expedido; Leonardo Figueiredo da Silva foi morto durante discussão

Rio de Janeiro|Do R7

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LEIA AQUI O RESUMO DA NOTÍCIA

  • Policial militar acusado de matar o policial penal Leonardo Figueiredo da Silva se entregou à Corregedoria da Polícia Militar.
  • O crime ocorreu em 17 de agosto no quiosque Mirroah Deck Bar, no Recreio dos Bandeirantes, após uma discussão.
  • O PM alegou ter sido agredido e reagiu a disparos efetuados por Leonardo, resultando na morte do policial penal.
  • Após a expedição do mandado de prisão, o PM se apresentou espontaneamente e foi transferido para a 23ª DP, enquanto a investigação continua.

Produzido pela Ri7a - a Inteligência Artificial do R7

Agente penal foi morto a tiros durante discussão em quiosque no Recreio Reprodução/RECORD

O policial militar acusado de matar o policial penal Leonardo Figueiredo da Silva, no Recreio dos Bandeirantes, zona sudoeste do Rio de Janeiro, se entregou à Corregedoria da Polícia Militar no último sábado (5). O agente foi transferido para a 23ª DP (Méier) após a apresentação.

O crime aconteceu no dia 17 de agosto, no quiosque Mirroah Deck Bar, localizado na avenida Lúcio Costa. Segundo a Polícia Militar, Leonardo morreu após ser baleado durante uma discussão com o PM, que é lotado no 12º BPM (Niterói).


De acordo com as informações repassadas à polícia, os dois se envolveram em um desentendimento dentro do estabelecimento. O militar afirmou que teria sido agredido e que Leonardo teria efetuado vários disparos no local. Ainda segundo o relato apresentado pelo PM, ele reagiu e atirou contra o policial penal.

Agentes do 31º BPM (Recreio dos Bandeirantes) foram acionados para verificar uma ocorrência de homicídio e encontraram Leonardo caído no chão, já sem vida. O local foi isolado para a realização da perícia.


O PM foi levado inicialmente para a DHC (Delegacia de Homicídios da Capital), responsável pela investigação. Na ocasião, ele prestou depoimento e foi liberado.

O mandado de prisão contra o policial militar foi expedido na noite de sexta-feira (4). No dia seguinte, ele se apresentou espontaneamente na Corregedoria da Polícia Militar e, posteriormente, foi encaminhado para a 23ª DP.


A investigação busca esclarecer as circunstâncias da discussão e dos disparos que provocaram a morte do policial penal.

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