PM que matou jovem durante festa junina agiu em legítima defesa, diz Polícia Civil
Herus Guimarães Mendes, de 24 anos, deixa um filho de dois anos
Rio de Janeiro|Do R7

A DHC (Delegacia de Homicídio da Capital) concluiu que o policial militar que matou Herus Guimarães Mendes, de 24 anos, em uma festa junina durante uma operação do Bope (Batalhão de Operações Policiais Especiais), na comunidade Santo Amaro, zona sul do Rio de Janeiro, agiu em legítima defesa putativa.
Por meio de nota, a Polícia Civil disse que as investigações comprovaram, com laudos e imagens de câmeras corporais, que não houve excesso ou ilegalidade na conduta policial. O caso foi encaminhado ao Ministério Público.
A legítima defesa putativa acontece quando uma pessoa acha que pode ser vítima de algo e, devido às situações ao redor, age para se defender de um mal que ela acredita estar prestes a acontecer.
Leia a nota da Polícia Civil
“A Delegacia de Homicídios concluiu que a morte ocorrida na comunidade do Santo Amaro, na Glória, foi resultado de legítima defesa putativa por parte do policial do BOPE, que reagiu em meio a um cenário de tiros, correria e ataque pesado com armamento de guerra por parte de traficantes.
O inquérito comprovou, com laudos e imagens de câmeras corporais, que não houve excesso ou ilegalidade na conduta policial. O caso foi analisado com total transparência e encaminhado ao Ministério Público".
Relembre o caso
Herus foi baleado durante um tiroteio entre policiais e traficantes, em junho deste ano. Ele chegou a ser levado para um hospital particular da região, mas não resistiu. Ele deixa um filho de apenas dois anos.
Além dele, outras cinco pessoas ficaram feridas.
Uma festa junina acontecia na comunidade, com diversas quadrilhas se apresentando. Uma delas possuia cerca de 60 integrantes. Em sua maioria, os participantes eram crianças e adolescentes.
Fique por dentro das principais notícias do dia no Brasil e no mundo. Siga o canal do R7, o portal de notícias da Record, no WhatsApp













