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PMs adotam armas de tinta para marcar manifestantes e revista em busca de explosivos

Policiais implementam medida preventiva após confronto no Palácio Guanabara

Rio de Janeiro|Do R7

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A Polícia Militar do Rio implementa nesta quinta (25) nova ação para evitar que protesto na rua do governador do Rio, Sérgio Cabral, termine em violência. Grupos de PMs circulam em meio aos cerca de 300 manifestantes que foram ao Leblon para revistá-los. Os policiais buscam artefatos explosivos, como coquetéis molotov. Os policiais também adotaram armas de tinta para marcar possíveis manifestantes que lançarem explosivos contra PMs.

Segundo o coordenador da ação, o tenente coronel Márcio Andrade, a chamada "medida preventiva" visa evitar possível confronto, conforme verificado nas últimas manifestações. Até as 20h50, um estudante havia sido preso em flagrante por porte de arma. Segundo a PM, ele portava uma faca grande na mochila.


Durante o protesto, os manifestantes gritam palavras de ordem contra Sérgio Cabral.

Por volta das 18h50, o grupo interditava a avenida Delfim Moreira, na praia do Leblon, zona sul do Rio. A rua Aristides Espínola, onde mora Cabral, teve o policiamento reforçado. Por volta das 20h, o grupo caminhou até a loja Toulon na esquina com a avenida Ataulfo de Paiva, onde fez uma "missa de 7º dia" pelos manequins queimados em atos de vandalismo da semana passada. Os manifestantes dizem que os manequins valem mais do que a vida dos dez mortos durante ação do Bope no complexo da Maré, na zona norte, em junho passado.


Até as 20h, o ato transcorria de maneira pacífica.

Após a missa de 7º dia dos manequins, o grupo seguiu pela avenida San Martin, no sentido de Ipanema. Moradores jogaram ovos nos manifestantes.

Colaborou, Larissa Kurka, do R7 Rio

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