Rio de Janeiro Polícia diz que Ecko tomou 2º tiro ao tentar pegar arma de agente

Polícia diz que Ecko tomou 2º tiro ao tentar pegar arma de agente

Miliciano mais procurado do Rio de Janeiro foi alvo de operação quando visitava a esposa no Dia dos Namorados

A Polícia Civil confirmou que o miliciano mais procurado do Rio de Janeiro, Wellington da Silva Braga, o Ecko, foi baleado com dois tiros durante a operação que terminou com a morte dele neste sábado (12), quando visitava a esposa em Paciência, na zona oeste.

Ecko foi baleado ao tentar fugir de cerco policial

Ecko foi baleado ao tentar fugir de cerco policial

Divulgação Polícia Cívil do RIO de Janeiro

Em entrevista coletiva, o delegado da Subsecretaria de Inteligência Thiago Neves Bezerra relatou que, durante o cerco, Ecko tentou fugir pelos fundos da residência e foi atingido.

Ainda de acordo com ele, durante o socorro, no trajeto da van da polícia até o helicóptero da Core (Coordenadoria de Operações Especiais), o miliciano foi ferido pela segunda vez ao tentar pegar a arma de uma policial.

"O Ecko foi alvejado com dois tiros. No momento em que ele tentou fugir, houve confronto com equipes da DCOD, inclusive tinha um fuzil no interior do seu quarto. Importante ressaltar que a Polícia Civil sempre trabalha com o que tange a preservação da vida humana. Foi retirada fotografia dele. Ele foi socorrido de imediato. Durante o trajeto da van, ele estava muito alterado e tentou retirar a arma de uma policial feminina. E nesse momento foi efetuado o segundo disparo", disse o delegado.

Segundo a polícia, Ecko foi levado ao Hospital Miguel Couto, na Gávea, na zona sul, devido ao protocolo para desembarque da aeronave na Lagoa. De lá, ele foi encaminhado à unidade de saúde de ambulância, mas não resistiu. 

A ação para capturar Ecko foi planejada durante três dias. Vinte e um policiais participaram da operação Dia dos Namorados, que contou com a ajuda interceptações telefônicas, inclusive da esposa do miliciano, para monitorar os passos dele. 

O delegado da Draco (Delegacia de Repressão as Ações Criminosas Organizadas) adiantou ainda que pedirá a transferência do irmão de Ecko, preso no mês passado, para um presídio federal, já que ele está na linha sucessória da milícia. 

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