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Polícia estoura fábrica clandestina de linha chilena e prende cinco criminosos na Taquara, no Rio

Ação da DPMA apreendeu grande quantidade de carretéis, linhas e materiais usados na fabricação do produto

Rio de Janeiro|Do R7

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LEIA AQUI O RESUMO DA NOTÍCIA

  • Cinco pessoas foram presas em flagrante durante uma operação da DPMA em uma fábrica clandestina de linha chilena na Taquara, Rio de Janeiro.
  • A investigação começou após a morte do coronel do Exército Álvaro Roberto Cruz Ferreira, que teria sido atingido por uma linha chilena enquanto voava de parapente.
  • Foram apreendidos carretéis, linhas e materiais usados na produção da linha chilena, conhecida por seu alto poder de corte e riscos associados.
  • A Polícia Civil continua investigando para esclarecer a estrutura clandestina e a relação do material apreendido com a comercialização ilegal na região.

Produzido pela Ri7a - a Inteligência Artificial do R7

Agentes da DPMA estouraram fábrica clandestina de linha chilena Reprodução/Polícia Civil

Policiais civis da DPMA (Delegacia de Proteção ao Meio Ambiente) prenderam cinco pessoas em flagrante, na terça-feira (15), durante uma operação contra uma fábrica clandestina de linha chilena na Taquara, na zona sudoeste do Rio de Janeiro. A ação ocorreu em um imóvel localizado na estrada do Cafundá, onde os agentes encontraram grande quantidade de material utilizado na produção do produto.

Segundo a Polícia Civil, as cinco pessoas encontradas no local foram conduzidas à sede da DPMA e autuadas em flagrante por produzir produtos ou substâncias tóxicas, perigosas ou nocivas em desacordo com as leis ou regulamentos.


A investigação começou após a morte do coronel do Exército Álvaro Roberto Cruz Ferreira, de acordo com a delegacia. No dia 28 de agosto, o militar saltou de parapente na praia de São Conrado e sofreu um acidente durante o voo. Ele chegou a ser socorrido em estado grave, mas não resistiu aos ferimentos.

Conforme informações divulgadas pelo Clube São Conrado de Voo Livre, o coronel teria sido atingido por uma linha chilena que estava na área de voo. O caso levou os investigadores a aprofundarem as diligências sobre a comercialização e a fabricação clandestina desse tipo de linha.


Durante o trabalho de inteligência, os policiais identificaram o imóvel na Taquara que seria utilizado para a fabricação do material. Na operação, foram apreendidos carretéis, linhas e outros produtos empregados na produção da linha chilena, conhecida pelo alto poder de corte e pelos riscos associados ao uso irregular.

A Polícia Civil informou que a investigação continua para esclarecer como funcionava a estrutura clandestina, identificar os responsáveis pela produção e apurar a eventual relação entre o material apreendido e a comercialização ilegal na região.

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