Logo R7.com
RecordPlus

Polícia investiga se obras em prédio causaram queda de marquise

Um rapaz morreu no local do acidente na noite de quarta (10)

Rio de Janeiro|Do R7

  • Google News
A queda aconteceu na noite de quarta (9)
A queda aconteceu na noite de quarta (9) Miro Meirelles

O prédio onde uma marquise caiu na noite de quarta (9) e matou um rapaz de 25 anos passava por obras. Investigadores querem saber se há relação entre essas obras e o acidente.

A 29ª DP (Madureira) instaurou inquérito para apurar crime de desabamento e homicídio culposo.


Uma perícia complementar de engenharia foi realizada nesta quinta-feira (10) no prédio, que fica na estrada da Portela, em madureira, na zona norte do Rio. A polícia investiga se há relação entre uma obra no interior da loja Citycol e o desabamento da marquise.

A Defesa Civil interditou o imóvel. A polícia aguarda resultado do laudo pericial, que tem prazo de 15 a 30 dias, para apurar as circunstâncias. Em nota, a empresa lamentou o acidente e disse que vai colaborar com as investigações.


O local não possuía placa com informações sobre as obras e o engenheiro responsável não foi localizado. Segundo o Corpo de Bombeiros, a loja, próxima à quadra da escola de samba Império Serrano, estaria passando por reformas internas e a marquise não estaria incluída na obra.

Cristiano César Coutinho Henrique, que era funcionário da UFRJ (Universidade Federal do Rio de Janeiro), morreu no local com traumatismo craniano e sete pessoas ficaram feridas, incluindo dois bombeiros que auxiliavam no resgate de vítimas. Dos sete feridos, cinco continuam internados. Duas pessoas tiveram alta e uma mulher têm previsão de deixar o hospital nesta quinta. Os dois bombeiros permanecem em observação, mas o estado de saúde deles não é grave.


Após o acidente, bombeiros dos batalhões de Campinho (8º GBM) e do Méier (2º GBM) e dos quartéis de Benfica, Realengo, Irajá e do Grupamento de Busca e Salvamento (GBS - Barra) foram acionados para o resgate. Os sargentos Marcelo R. de Jesus e Rodrigues ficaram feridos após nova queda de rebocos da marquise e foram levados para o hospital do Corpo de Bombeiros.

Além dos bombeiros, cinco mulheres ficaram feridas. Mislene de Moura Barbara, 27 anos, Rosângela Alves Rocha Teixeira, 37, Natalaia Miranda Gonçalves Silva, 47, Cristiane Lopes Fernandes, 41 e Jaciara Alves Barros, 58, passavam em frente à loja no momento da queda da marquise. Elas foram encaminhadas para os hospitais Carlos Chagas, em Marechal Hermes; Albert Schweizer, em Realengo; e Salgado Filho, no Méier.


O acidente causou a interdição de uma faixa da estrada da Portela e deixava, por volta das 9h, o trânsito na região intenso. Agentes do CET-Rio orientam motoristas a seguirem por Cascadura e pela avenida Marechal Rondon.

Assista à reportagem:

Últimas


Utilizamos cookies e tecnologia para aprimorar sua experiência de navegação de acordo com oAviso de Privacidade.