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Polícia Militar explica estratégia de atuação em protesto no Rio

Segundo a PM, objetivo na segunda foi garantir ordem e manifestação pacífica

Rio de Janeiro|Do R7

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A PM avalia que sua atuação evitou danos ainda maiores ao centro da cidade
A PM avalia que sua atuação evitou danos ainda maiores ao centro da cidade

A Polícia Militar agiu de forma diferenciada na manifestação de apoio aos profissionais de educação do Rio de Janeiro na noite de segunda-feira (7), no centro do Rio. A corporação, que na maioria das vezes acompanhava os manifestantes, resolveu dividir o efetivo em pontos do local. Cerca de 750 policiais militares trabalharam no ato.

Segundo a PM, o objetivo na segunda foi garantir a ordem e uma manifestação pacífica. Algo que ocorreu até a noite quando se iniciou um confronto entre policiais e grupos de mascarados.


Ainda, de acordo com a corporação, policiais do Batalhão de Polícia de Choque foram além de suas atribuições, apagando um incêndio no ônibus 324. A PM avalia que sua atuação evitou danos ainda maiores ao centro da cidade.

Nesta terça-feira (8), o presidente da Câmara dos Vereadores, Jorge Felippe (PMDB), reconheceu que o número de seguranças que estavam escalados para tentar defender o prédio das depredações foi insuficiente para conter a quantidade de arruaceiros, que estavam em muito maior número.


Felippe disse à imprensa que esperava que o protesto fosse pacífico e, por isso, havia poucos seguranças. Quando o ataque à Câmara começou, inicialmente com pichações, ele pediu ao comandante da Polícia Militar que mandasse reforço. A PM demorou a se aproximar e os manifestantes mascarados tiveram tempo de cometer uma série de atos de vandalismo. Janelas foram quebradas, cortinas foram incendiadas.

Sobre o pedido de reforço, que teve demora em ser atendido, a PM não quis se pronunciar.

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