Polícia não descarta hipótese de execução em assassinato de médica na linha Vermelha
Gisele Palhares Gouvêa, de 34 anos, foi morta em acesso à linha Vermelha
Rio de Janeiro|Do R7

O delegado responsável pelas investigações da morte da médica Gisele Palhares Gouvêa, de 34 anos, disse nesta terça-feira (28) que todas as hipóteses para o assassinato são consideradas pelos investigadores, que tentam identificar a autoria e a motivação do crime ocorrido no último sábado (25).
A princípio, a polícia trabalha com a hipótese de latrocínio (roubo seguido de morte). Entretanto, Giniton Lages também investiga outras motivações, como uma possível execução.
— Todas as hipóteses de investigação ainda estão abertas. (...) É preciso caminhar um pouco mais, é preciso tranquilidade para fecharmos a motivação desse crime.
A quantia de R$ 3.000 encontrada com a vítima foi devolvida à família. Nesta terça, os PMs que chegaram ao local do crime foram ouvidos. Na tarde de hoje, devem ser ouvidos o viúvo e a irmã da vítima.
A polícia refez o trajeto da médica no dia do crime e recolheu imagens de câmeras disponíveis. Nesta terça, o delegado disse que os investigadores voltarão ao local do crime para traçar possíveis rotas de fuga dos criminosos.
Segundo o delegado, o laudo de necropsia, que deve ser entregue nesta terça, aliado a uma nova perícia no veículo, são importantes para determinar a dinâmica dos fatos. Como o carro tem várias marcas de arma de fogo, a polícia quer saber onde os autores se posicionaram e quantos participaram do crime.
Assista à entrevista com o delegado:















