Polícia procura dois suspeitos de envolvimento em quadrilha de falsificação de passaportes
Eles são suspeitos de participar de morte de imigrante dominicano em junho
Rio de Janeiro|Do R7

O Portal dos Procurados divulgou nesta quinta-feira (20) um cartaz de Douglas de Carvalho Costa e Edmilson Villas Boas de Abreu, oferecendo recompensa de R$ 1.000 por informações que levem à prisão de cada um. Eles são suspeitos de fazer parte de uma quadrilha acusada de falsificar passaportes e de assassinar um imigrante dominicano.
Na última quarta-feira (19), cinco suspeitos foram presos em uma operação realizada com o apoio da Core (Coordenadoria de Operações e Recursos Especiais) e agentes da Divisão de Homicídios, na Cidade de Deus, zona oeste do Rio. Maria Célia da Silva e Gisele Irineia da Silva, mãe e filha, são acusadas de participação no assassinato do dominicano Júnior Acosta e na tentativa de assassinar o argentino, Jonathan da Silva dos Santos, junto com Douglas e Edmilson, que estão foragidos.
O dominicano foi assassinado em uma emboscada no dia 23 de junho, na comunidade César Maia, em Vargem Pequena, no Recreio, zona oeste do Rio.
Vídeo: máfia do passaporte no Rio atira em imigrantes e dominicano morre
Mãe e filha negociavam com Jonathan e Junior Acosta a venda de dois passaportes falsificados, pelo qual pagariam cerca de R$ 20 mil. As vítimas foram morar na casa das duas mulheres, na Cidade De Deus. Elas contrataram Douglas e Edmilson, para assaltar os dois hóspedes. Quando os criminosos entraram na casa, as mulheres se passaram por vítimas, para enganar os estrangeiros. Os comparsas então roubaram os imigrantes e fugiram.
Após serem roubadas, as vitimas foram morar na Barra da Tijuca, também na zona oeste. Enquanto isso, Maria Célia continuou planejando o crime e confeccionou os passaportes que eles queriam, mas com os nomes do irmão e filho de Maria Célia. Ela então marcou um encontro com a dupla para entregar os documentos forjados. Após a entrega, Douglas e Edmilson, deram inicio a emboscada já planejada pela quadrilha e atiraram contra os dois.
Júnior Acosta, o dominicano, morreu na hora com tiros dado por Douglas. Seu amigo argentino, Jonathan, sobreviveu porque a arma de um dos criminosos falhou. Ele foi levado para o hospital, se recuperou, prestou depoimento, mas fugiu e não foi mais localizado.
Informações sobre o paradeiro dos dois suspeitos devem ser enviadas para o Disque-Denúncia, no telefone (21) 2253-1177 ou pelo WhatsApp do Portal dos Procurados no número (21) 9-6802-1650. O anônimato é garantido.















