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Polícia refaz percurso de viatura da PM que teria rodado a cidade com Amarildo

Veículo ficou mais de duas horas fora da Rocinha, onde havia abordado o ajudante de pedreiro

Rio de Janeiro|Do R7

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José Pedro Monteiro/Agência O Dia

Cerca de trinta policiais e peritos da Polícia Civil concluíram, no fim da noite de domingo (8), a segunda parte da reconstituição do caso Amarildo Dias. Sob orientação do delegado Rivaldo Barbosa, titular da Divisão de Homicídios, a equipe de investigação refez o trajeto do carro que conduziu o ajudante de pedreiro no dia 14 de julho, quando foi levado por policiais militares da UPP Rocinha para averiguação.

A primeira etapa da reprodução simulada ocorreu há uma semana, no dia 1º, com participação de ao menos 13 pms, além do ex-comandante da unidade pacificadora, major Edson Santos.


Os trabalhos começaram pouco antes das 20h de domingo e dois policiais responsáveis pela abordagem a Amarildo participaram. O delegado Rivaldo Barbosa irá confrontar os relatos Durante a reprodução com os dados em depoimentos pelos mesmos policiais.

— Os dois pms não tiveram contatos e contaram o caminho feito separadamente. São três situações: primeiro, o GPS; depois, os depoimentos anteriores e, por último, o que realmente aconteceu. Se esses três dados forem compatíveis, é uma coisa. Se não, aí tomaremos outras medidas dentro do inquérito.


De acordo com a Polícia Civil, o percurso feito durante a reconstituição foi baseado em dados do GPS da viatura da Polícia Militar. O veículo rodou cerca de duas horas fora da Rocinha por diversos pontos da cidade, chegando a passar pela zona portuária, pelo Batalhão de Choque, no centro do Rio, e pelo Batalhão do Leblon, antes de voltar à comunidade.

Não há prazo para entrega do laudo.

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