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Protesto contra corte de verbas fecha via no centro do Rio

Grupo de alunos, professores e técnicos de universidades e instituições federais caminha até o prédio da Petrobras, na avenida República do Chile 

Rio de Janeiro|Karolaine Silva, do R7*, com Agência Estado

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Ato defende instituições federais de ensino
Ato defende instituições federais de ensino

Um grupo de manifestantes se reuniu, nesta quinta-feira (3), em frente à igreja Candelária, no centro do Rio de Janeiro, para protestar contra os cortes no orçamento das universidades e instituições federais. A movimentação fechou parcialmente a avenida Presidente Vargas, no sentido Praça da Bandeira, segundo o Cor (Centro de Operações Rio). 

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Alunos, professores e técnicos pretendem caminharam até o prédio da Petrobras, na avenida República do Chile, para também lutar contra o projeto de militarização das escolas e o Future-se, programa de autonomia orçamentária.

Eles revezaram em discursos críticos à gestão do Ministério da Educação na atual vigência do governo federal. 


A greve nacional da educação começou nessa quarta-feira (2) e deve acabar hoje. De acordo com o Andes (Sindicato dos Docentes das Instituições de Ensino Superior), durante o período de 48h, as entidades que aderiram ao protesto realizaram atividades internas nas instituições.

Ainda segundo o sindicato, os cortes que estão sendo feitos comprometem o tripé do ensino.


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"Há uma intensa precarização das condições de trabalho e estudo, com demissão de terceirizados nas instituições federais, redução de recursos para pesquisa e extensão, bloqueio de serviços básicos como limpeza, luz, segurança e telefone das instituições de ensino; e uma crescente ameaça de fim dos concursos públicos, entre tantos outros retrocessos que comprometem o tripé do ensino pesquisa-extensão", afirma o comunicado emitido pelo Andes.

Trânsito


Nas redes sociais, a concessionária que administra o VLT (Veículo Leve Sobre Trilho) informou que a linha 1 circula em serviço provisório entre Praia Formosa e Parada dos Museus por conta do deslocamento dos manifestantes. A linha 2 não sofreu alterações. 

*Estagiária do R7, sob supervisão de Bruna Oliveira

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