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Protesto em Copacabana que lembra vítimas da violência do Estado tem um detido

Avenida Atlântica chegou a ser interditada mas foi liberada, segundo Centro de Operações

Rio de Janeiro|Do R7, com Agência Brasil

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Vítimas de violência nas comunidades foram lembradas em protesto
Vítimas de violência nas comunidades foram lembradas em protesto

Um grupo de manifestantes participou de uma caminhada no calçadão entre as praias do Leme e de Copacabana na tarde desta segunda-feira (23) para lembrar pessoas assassinadas nas favelas. Entre as vítimas homenageadas está o ajudante de pedreiro Amarildo Dias, desaparecido na Favela da Rocinha há quase um ano e declarado morto pela Justiça. Segundo a Polícia Civil, uma pessoa foi detida por desacato e desobediência. 

Com o tema "A Festa nos Estádios Não Vale as Lágrimas nas Favelas", a passeata foi organizada pela Rede de Comunidades contra a Violência.


— Na linha de frente temos familiares de vítimas do Estado, mães que perderam seus filhos na mão da polícia. Tem casos recentes, de vítimas da UPP [Unidade de Polícia Pacificadora] e casos antigos, como da chacina da baixada, gente de Itaboraí, que está aguardando o julgamento há dez anos — listou a jornalista da organização não governamental Justiça Global, Glaucia Marinho.

Os manifestantes cantavam “E no Maraca, enquanto a bola rola, não tem saúde, não tem transporte, não tem escola” e “Eu só quero é ser feliz, andar tranquilamente na favela onde eu nasci, e poder me orgulhar e ter a consciência que o pobre tem que lutar”.

De acordo com o Centro de Operações, a avenida Atlântica chegou a ser interditada no sentido Ipanema, mas foi liberada por volta das 15h40 no trecho entre a avenida Princesa Isabel e a rua Figueiredo de Magalhães, onde o desvio está sendo feito.

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