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Reeleito, Pezão toma posse do governo do Rio com desafios na segurança pública, saúde e transportes

Cerimônia acontece no Palácio da Guanabara nesta quinta-feira (1º)

Rio de Janeiro|Do R7

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Pezão em cerimônia de diplomação em dezembro na Alerj
Pezão em cerimônia de diplomação em dezembro na Alerj

O governador reeleito do Rio de Janeiro, Luiz Fernando Pezão (PMDB), toma posse nesta quinta-feira (1º). A cerimônia acontece no jardim de inverno do Palácio da Guanabara, em Laranjeiras, zona sul do Rio de Janeiro, no final da manhã de hoje. Na ocasião, também será empossado o vice-governandor eleito, Francisco Dorneles (PP).

Pezão assume o governo do Estado com desafios em áreas chave da administração pública, como segurança pública, transportes e saúde.


Durante a campanha eleitoral, o governador falou, em Sabatina do R7 e Record News, sobre investimentos e avanços na área de transportes, mas admitiu que muita coisa ainda precisa melhorar.

— Fizemos muito, mas tem muito para ser feito [no transporte]. Tínhamos um contrato com a Supervia que não foi cumprido. Se você faz um contrato e não cumpre, você é penalizado. Tem muito para se fazer no transporte.


Pezão se referia à administração e concessionária da Supervia anteriores. Na ocasião, ele prometeu que toda a frota de trens, até 2015, vai contar com ar-condicionado.

Questionado sobre saúde pública, Pezão afirmou que a atuação das emergências de hospitais federais para desafogar a rede estadual é fundamental. Ainda nesse sentido, ele disse que dará maior atenção à saúde básica, ampliando unidades das clínicas das famílias no Estado.


Política de UPPs e morte de PMs

Pezão embarca em nova gestão após um aumento dos índices de criminalidade no Estado, recrudescimento da violência em áreas com UPPs (Unidades de Polícia Pacificadora) e mortes de policiais militares.


Segundo especialistas em segurança pública ouvidos pelo R7, o governador terá como desafio ajustar o programa de UPPs — uma das principais vitrines do atual governo. Por um lado, vê-se a necessidade de consolidar as unidades já criadas, enquanto grandes áreas da capital e do Estado ainda não foram cobertas pelo programa.

Outra questão a ser equacionada é a suposta migração de criminosos, que atuavam em comunidades onde UPPs foram instaladas, para regiões como Niterói e São Gonçalo, na região metropolitana do Rio.

Durante a campanha, Pezão prometeu melhorar a formação dos policiais.

— Fizemos 38 UPPs, a última foi na Maré. Estamos acompanhando as manchas criminais. Eu luto para melhorar a formação dos nossos policiais. Antes, o policial via como um castigo trabalhar na formação. Melhoramos isso. Hoje, um instrutor da PM recebe igual a um professor da Uerj (Universidade do Estado do Rio de Janeiro). Não se faz política de segurança pública sem investir no policial e aumentando o efetivo.

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