Logo R7.com
RecordPlus
‌

Réveillon: 12 pessoas ficam feridas após tiroteio em Copacabana

Depois de agredir mulher e policial, homem atira contra pessoas antes da virada

Rio de Janeiro|Rodrigo Teixeira e Felipe Albertoni, do R7

  • Google News

Adicione como fonte preferencial no Google

Opens in new window
O local da confusão ficou manchado com marcas de sangue e foi isolado pela Polícia Militar
O local da confusão ficou manchado com marcas de sangue e foi isolado pela Polícia Militar

O Ano-Novo não foi só festa no Rio de Janeiro. Com uma das viradas mais famosas do mundo, o Réveillon foi manchado por uma briga que acabou com ao menos 12 feridos.

A confusão gerou uma dispersão descontrolada da multidão na orla. O helicóptero da PM foi acionado e os feridos, entre eles uma criança, foram levados por viaturas do Corpo de Bombeiros a hospitais da região.

‌

A briga entre o casal Rosilene de Azevedo, de 37 anos, e Adilson Rufino, de 36, foi a base da confusão na orla da praia de Copacabana. Rosilene explicou o que aconteceu.

— Brigamos por causa de ciúme dele. Ele me enforcou no meio da rua e os policiais vieram me ajudar. Quando vi já estavam brigando. Foi tudo muito rápido, ele puxou a arma do policial. Foram vários disparos e foi para se defender. Estamos casados há 14 anos e esta foi a primeira agressão que ele me fez.

‌

Bem-vindo, 2014! Ano-Novo é celebrado ao redor do mundo

Segundo a polícia, 12 pessoas foram encaminhadas para hospitais da zona sul, Barra e centro do Rio. Entre os feridos estão uma criança, um coronel da PM, além de três mulheres. O homem só parou com os disparos após ser atingido por tiros de outros PMs que deram apoio na ocorrência. As armas de todos os policiais envolvidos foram recolhidas.

‌

Veja fotos das comemorações de Ano-Novo no Rio de Janeiro e em São Paulo

O casal não é do Rio de Janeiro e estava com os filhos de 7 e 15 anos que ficaram abalados com a confusão gerada pelo pai. Adilson foi encaminhado para o Hospital Miguel Couto, o estado de saúde é considerado grave e ele está no centro cirúrgico, onde a equipe médica tenta conter uma hemorragia no peito. Rosilene também está abalada com a situação. 

‌

— Sou de Petrópolis e eu não sei o que fazer agora, não conheço ninguém aqui. Se ele morrer foi uma burrada dele, se ele morrer a culpa é dele.

Veja o vídeo:

Siga R7 no Google e fique por dentro de tudo que acontece

Seguir no Google

Últimas

‌

Utilizamos cookies e tecnologia para aprimorar sua experiência de navegação de acordo com oAviso de Privacidade.