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Rio: corpo de menino desaparecido é encontrado dentro de tonel na Vila Cruzeiro

Família reconheceu corpo de Kaike Bruno, achado em tonel na comunidade

Rio de Janeiro|Do R7, com Rede Record

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Corpo teria sido encontrado dentro de tonel em laje
Corpo teria sido encontrado dentro de tonel em laje

Foi encontrado neste domingo (6) o corpo de Kayke Bruno Moreira, de cinco anos, desaparecido havia uma semana na comunidade Vila Cruzeiro, na Penha, zona norte do Rio. O menino havia sumido no último dia 30, após pular o muro para brincar na rua e não foi mais visto. O corpo estava em um tonel de uma laje na favela que fica dentro do Complexo da Penha.

A família da criança dizia acreditar que ele teria se perdido, já que haviam se mudado havia menos de um mês para a comunidade. Quando a mãe saía para trabalhar, Kayke ficava com a bisavó. Na última quinta-feira (3), a família chegou a fazer uma carreata na região para tentar localizar o menino.


O corpo foi encaminhado para o IML (Instituto Médico Legal) para passar por exame de corpo de delito. A família já reconheceu o corpo.

Abatida, a mãe da criança disse que pensou em tirar a própria vida após descobrir a morte do filho. Kayke faria seis anos no próximo dia 24, véspera de Natal.


— Em alguns momentos, eu até pensei em me matar, é muito ruim viver sem um filho. Mas, por outro lado, eu ainda tenho mais dois que ainda precisam de mim.

A Polícia Civil informou que a DH (Divisão de Homicídios da Capital) abriu um inquérito para investigar as circunstâncias da morte de Kayke. Familiares já foram ouvidos na especializada e perícia já foi realizada no local onde o corpo foi encontrado. Agentes realizam operações em busca de testemunhas e informações que ajudem nas investigações.


Sem ajuda da polícia

Segundo a família, desde o desaparecimento eles fizeram buscas por conta própria, sem apoio da Polícia Militar, que não teria ajudado a procurar a criança. Eles também afirmaram que, após o corpo ser encontrado, os policiais da UPP (Unidade de Polícia Pacificadora) da comunidade se recusaram a ir até o local. Agentes da DH subiram a comunidade sem reforço de colegas da PM.


— Se tivesse um pouco mais de respeito, eles teriam encontrado meu filho, porque, pelo que eu vi, meu filho não saiu em nenhum momento daquela comunidade, e eles não fizeram nada.

Veja o vídeo:

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