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Rio: laboratório encontra coliformes fecais em alimentos de escola que 40 crianças passaram mal

SME abriu sindicância administrativa para apurar o caso e adotou novas medidas 

Rio de Janeiro|Do R7

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Aulas foram suspensas na unidade após estudantes passarem mal
Aulas foram suspensas na unidade após estudantes passarem mal

A SME (Secretaria Municipal de Educação) informou, nesta sexta-feira (24), que o Laboratório de Controle de Produtos, da Vigilância Sanitária, terminou a análise da água e dos alimentos da Escola Municipal Leila Barcellos, na Cidade de Deus, na zona oeste, onde 40 crianças passaram mal, no último dia 14. De acordo com a SME, as amostras de alimentos apresentaram coliformes totais e fecais, e E.coli, um indicativo de manipulação inadequada dos alimentos e refrigeração insuficiente. Os microorganismos são patogênicos e podem intoxicar.

No dia 14 de julho, cerca de 40 crianças apresentaram quadro de enjoo seguido de vômito na escola. Os estudantes foram levados para unidades de saúde e alguns precisaram ficar internados.


No dia seguinte, agentes da Vigilância Sanitária estiveram na instituição para coletar amostras de águas e alimentos. Eles também avaliaram as condições higiênico-sanitárias do colégio, assim como o asseio na manipulação dos alimentos e a situação dos reservatórios de água.

Segundo a SME, as amostras de água foram coletadas na cozinha, nos bebedouros e numa casa próxima à escola. Em todo o material analisado, não foram detectados microorganismos patogênicos, que poderiam provocar intoxicação.


Em nota, a pasta afirmou que “considera o caso um fato isolado, uma vez que mais de um milhão de refeições são preparadas e servidas diariamente para mais de 660 mil alunos nas 1.461 unidades escolares da rede e, até o momento, não há registro de outros casos de contaminação alimentar”.

Apesar disso, a SME abriu uma sindicância administrativa e já adotou novas medidas:


- Realização das intervenções sinalizadas pelo laudo da Vigilância Sanitária na unidade escolar, tais como recomposição de revestimento da cozinha e reparos em bebedouros; e o

- Reforço na capacitação e treinamento dos manipuladores de alimentos, não somente na escola onde ocorreu o caso, mas em todas as unidades da rede, numa ação conjunta com a Vigilância Sanitária.

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