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Rio: Secretaria de Saúde investiga suspeita de morte por Guillain-Barré no Méier

Jovem de 22 anos morreu no hospital Salgado Filho horas depois dar de entrada

Rio de Janeiro|Do R7

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Jovem anos morreu no Salgado Filho horas depois dar entrada
Jovem anos morreu no Salgado Filho horas depois dar entrada

Médicos investigam se uma jovem de 22 anos que morreu no hospital Salgado Filho, no Méier, zona norte do Rio de Janeiro, foi vítima da síndrome de Guillain-Barré. A doença é associada ao zika vírus.

De acordo com a Secretaria Municipal de Saúde, a jovem — que ainda não teve a identidade divulgada — deu entrada na unidade hospitalar na noite da última quarta-feira (24) e morreu horas depois na madrugada de quinta (25).


A causa da morte ainda não foi divulgada, mas há a suspeita de que tenha sido causada por complicações decorrentes da síndrome de Guillain-Barré. Os médicos ainda estão analisando o caso.

A doença é autoimune e surge depois de uma infecção por vírus ou bactérias. Na síndrome, o organismo produz anticorpos, mas as defesas atacam as membranas que protegem as células nervosas.


O HUAP (Hospital Universitário Antônio Pedro), em Niterói, na região metropolitana, é referência no tratamento da doença. Antes, recebia cerca de seis pacientes com síndrome de Guillain-Barré por ano. Atualmente, atende de 20 a 30 pacientes por mês. Os médicos investigam a relação da síndrome com o zika vírus.

No dia 19 deste mês, a Secretaria de Estado de Saúde do Rio de Janeiro informou que uma morte notificada como sendo pela síndrome Guillain-Barré também estava sob investigação. A Subsecretaria de Vigilância em Saúde está à frente do caso, que pretende esclarecer a morte causada supostamente pela síndrome que pode estar associada ao zika vírus. O paciente morreu em janeiro deste ano.

O médico neurologista Osvaldo Nascimento explicou que a síndrome começa após uma infecção, como a do zika, e que se manifesta por dormência e fraqueza das pernas, que vai subindo, chegando à cabeça. Existem dez variantes da Guillain-Barré, de acordo com ele, sendo que de 75% a 80% dos pacientes evoluem muito bem.

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