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RJ cria força-tarefa para reforçar fiscalização nas divisas do estado

Objetivo é impedir a entrada de produtos ilegais que abastecem quadrilhas

Rio de Janeiro|Raian Cardoso, da RECORD

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Força-tarefa começou a atuar nas fronteiras para impedir entrada de produtos ilegais Detran-RJ

O governo do Rio de Janeiro anunciou a criação da “Operação Cinturão Integrado das Divisas”, que vai atuar de forma permanente no controle das fronteiras estaduais. A ação reúne diferentes órgãos estaduais e federais, com o objetivo de combater a evasão fiscal, crimes ambientais e o transporte irregular de produtos e mercadorias.

Coordenada pela Subsecretaria Especial de Controle de Divisas, ligada à Casa Civil, a iniciativa prevê operações conjuntas em dias e horários alternados, sem prazo para terminar.

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Segundo o subsecretário João Valentim Neto, a integração entre diferentes instituições é o ponto principal da força-tarefa.

“A junção de esforços é fundamental para garantir um controle efetivo das divisas e fortalecer o combate aos ilícitos fiscais, ambientais e criminais. Essa é uma ação permanente, que reafirma o compromisso do Governo do Rio com a legalidade e a defesa do interesse público”, afirmou Valentim.

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Quem participa da força-tarefa?

Operação envolve diversas instituições Detran-RJ

A operação terá a participação da Sefaz (Secretaria de Estado de Fazenda), Polícia Militar, Polícia Civil, SEAS (Secretaria de Meio Ambiente), ANP (Agência Nacional do Petróleo) e Detran-RJ.

Todas essas instituições vão atuar de forma coordenada pela Operação FOCO (Força Especial de Controle de Divisas).

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Postos fiscais estratégicos

As ações vão se concentrar em cinco pontos considerados estratégicos de entrada e saída do estado:

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  • Nhangapi (Região Sul Fluminense);
  • Morro do Coco (Campos dos Goytacazes, no Norte Fluminense);
  • Levy Gasparian (Centro-Sul do estado);
  • Timbó (Itaperuna, no Noroeste Fluminense);
  • Angra dos Reis (Costa Verde).

Nesses locais, fiscais tributários, policiais, órgãos ambientais e de controle de combustíveis e trânsito vão trabalhar juntos para reforçar a fiscalização.

De acordo com o governo, as operações serão baseadas em inteligência fiscal, ambiental e de segurança pública. A ideia é inibir práticas ilegais, proteger a arrecadação do estado e garantir maior controle das divisas.

As ações da força-tarefa serão divulgadas à medida que acontecerem, mas algumas operações terão caráter sigiloso por questões estratégicas.

A ideia também é impedir a entrada de armas e drogas no estado do Rio, com o objetivo de atingir as facções criminosas que agem nas comunidades fluminenses.

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