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RJ: pai e filho são presos por venda de coleiras de choque para cães

Comercialização do material em lojas físicas ou virtuais é proibida por lei no Estado do Rio de Janeiro

Rio de Janeiro|Inácio Loyola, do R7*

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A Polícia Civil prendeu um comerciante e o filho dele por contrabando, nesta terça-feira (23). Eles eram responsáveis por duas lojas que vendiam coleiras de choque para cachorros.

Coleira de choque é proibida
Coleira de choque é proibida

Os homens foram capturados durante uma operação policial em conjunto com a Secretaria Estadual de Agricultura, Pecuária, Pesca e Abastecimento.

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Os estabelecimentos dos presos ficavam na Rocinha, zona sul, e no centro do Rio. Nos locais, foram encontradas 26 coleiras, que ficavam expostas nas vitrines e prateleiras.

O material era de um modelo chinês, sem selo do Inmetro ou qualquer tipo de selo de segurança. Os homens foram encaminhados para 11ª DP (Rocinha).

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As prisões ocorreram em desdobramento de outra ação conjunta com objetivo de apurar o uso dessas coleiras em uma hospedagem de animais na estrada da Gávea. Nesta semana, outras duas pessoas foram indiciadas pela 11ª DP por maus-tratos a animais.

A venda ou uso das coleiras de choque foi proibida no Estado do Rio de Janeiro em 8 de março de 2021, por meio da Lei 9.197/2021. A comercialização não pode ocorrer em lojas físicas ou virtuais.

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É considerada coleira de choque (ou coleira eletrônica ou de eletricidade estática) aquela usada em cães e que emite descarga elétrica por controle remoto ou automaticamente quando o animal late.

*Estagiário do R7, sob supervisão de Bruna Oliveira

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