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Saúde do RJ ainda depende de verba que só deve chegar em janeiro

Insumo recebido deve durar pouco, diz sindicato. Maior verba do ministério deve cair no dia 10

Rio de Janeiro|Do R7

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Protesto de médicos contra a crise na Saúde do Rio
Protesto de médicos contra a crise na Saúde do Rio

Apesar do socorro recebido do governo federal para estabilizar a crise do sistema de saúde no Estado do Rio, o governador Luiz Fernando Pezão ainda depende de verba que só deve chegar no mês que vem.

Dos R$ 155 milhões que o Ministério da Saúde vai repassar à gestão Pezão, apenas R$ 65 milhões chegaram aos cofres fluminenses: R$ 20 milhões em insumos para hospitais e mais R$ 45 milhões.


Ainda neste ano, o governo fluminense deve receber mais R$ 15 milhões do Ministério da Saúde. Os outros R$ 75 milhões, segundo o cronograma do órgão, serão repassados em 10 de janeiro.

De acordo com Jorge Darze, presidente do Sinmed (Sindicato dos Médicos do Estado do Rio de Janeiro), que compõe o gabinete de crise ao lado da Promotoria e da Procuradoria no Rio, os insumos repassados são suficientes para poucos dias.


Após vistoriar o Hospital Getúlio Vargas, Darze afirmou que a ajuda daria para, no máximo, cinco dias de atendimento.

Nesta sexta-feira (25), o governo do Rio anunciou que o funcionamento das principais emergências hospitalares da rede estadual de saúde começou a ser restabelecido, a partir da ajuda federal e da Prefeitura do Rio, que também anunciou repasse de R$ 100 milhões.


Também nesta sexta, o Ministério Público do Estado do Rio de Janeiro e a Defensoria do Estado expediram recomendação para que seja criado até 29 de dezembro um Plano de Contingência da Região Metropolitana com medidas que deverão ser tomadas para a saúde pública.

Entre as medidas recomendadas estão: a imediata identificação das unidades com restrição no atendimento, e o motivo pelo qual não estão em funcionamento; o mecanismo de comunicação entre a unidade de saúde e regulação em caso de restrição do atendimento de urgência e emergência (e-mail, WhatsApp, telefone, etc); apresentar um protocolo único adotado por todas as unidades de acolhimento, classificação de risco e definição dos pacientes verdes e azuis; formalização do encaminhamento dos pacientes por escrito, com assinatura e matrícula do servidor responsável e a previsão de transporte/transferência quando necessário. 

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