Caso Henry: Justiça nega pedidos da defesa de Jairinho às vésperas do julgamento
Os advogados pediram acesso ampliado a provas digitais e reexame do material do caso; júri popular começa no dia 25 de maio
Rio de Janeiro|Do R7

A Justiça do Rio de Janeiro rejeitou os novos pedidos apresentados pela defesa do ex-vereador Jairo Souza Santos Junior, conhecido como Dr. Jairinho, réu pela morte do menino Henry Borel.
Os advogados de Jairinho queriam acesso ampliado a provas digitais, novas perícias em celulares e computadores apreendidos e reexame técnico no material do caso.
Na decisão, a juíza Elizabeth Machado Louro, da 2ª Vara Criminal da Capital, enfatizou que todos os conteúdos extraídos dos aparelhos haviam sido disponibilizados às partes antes da sessão do júri anteriormente marcada.
“Indefiro integralmente os pedidos formulados pela defesa de Jairo Souza Santos Junior. Por ocasião da abertura dos trabalhos, naquela oportunidade, a argumentação da defesa para requerer o adiamento do ato — e, posteriormente, abandonar o plenário — restringiu-se ao conteúdo do notebook pertencente ao assistente da acusação e do aparelho celular Xiaomi, ambas as questões igualmente já superadas”, ressaltou a magistrada.
No dia 23 de março, o julgamento do caso Henry Borel foi suspenso após a defesa de Jairinho abandonar o Plenário do Tribunal do Júri durante a sessão.
O ex-vereador Jairinho vai a júri popular junto de Monique Medeiros, mãe da criança. A audiência está marcada para a próxima segunda-feira (25).
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