Logo R7.com
RecordPlus

Secretário diz que é "inadmissível" acidente em obra de R$ 45 milhões após queda de ciclovia no Rio

Prefeito Eduardo Paes, que estava em Atenas, está retornando para o Rio

Rio de Janeiro|Do R7

  • Google News
Acidente em ciclovia deixou dois mortos
Acidente em ciclovia deixou dois mortos

O secretário municipal de Governo do Rio, Pedro Paulo Carvalho, esteve no local do desabamento da ciclovia da avenida Niemeyer, em São Conrado, na zona sul do Rio, no início da tarde desta quinta-feira (21). Ele afirmou que vai cobrar do consórcio Contemat, responsável pela obra, explicações sobre as causas do acidente. 

— A prefeitura não terá limites para cobrar responsabilidades. Não é à toa que, quando se faz uma obra, tem um responsável técnico. Ele assina um documento reconhecendo a responsabilidade técnica e vamos cobrar essa responsabilidade. É inadmissível a cidade investir R$ 45 milhões numa obra e acontecer esse acidente. Por isso, vamos até as últimas consequências. Vamos ter agora uma primeira reunião.


De acordo com o secretário, o prefeito Eduardo Paes está retornando para o Rio. Paes estava em Atenas, na Grécia, para participar da cerimônia da tocha olímpica. Uma outra reunião está marcada para acontecer nesta sexta-feira (22), às 7h.

O secretário informou ainda que a avenida Niemeyer está interditada nos dois sentidos, Leblon e São Conrado, depois que um trecho de 50 metros da ciclovia desabou nesta manhã. Segundo as primeiras informações, uma ressaca no mar provocou o acidente. 


— As informações preliminares dão conta que o acidente aconteceu por uma pressão de uma energia de uma onda de baixo para cima. Os pilares que sustentam a passarela da ciclovia estão intactos, mas a força da onda derrubou a passarela. Já temos confirmadas duas vítimas e mais uma possível vítima, que foi vista por um morador em cima da passarela. Com essa informação, os Bombeiros estão com mergulhadores no mar para confirmar se houve mais uma vítima.

A ciclovia Tim Maia foi inaugurada em janeiro deste ano e custou R$ 45 milhões aos cofres públicos. 

Últimas


Utilizamos cookies e tecnologia para aprimorar sua experiência de navegação de acordo com oAviso de Privacidade.