Testemunhas depõem em processo sobre morte de engenheiro que entrou em favela por engano no Rio
Dois réus respondem pelo assassinato, ocorrido em junho deste ano
Rio de Janeiro|Do R7

Quatro testemunhas prestaram depoimento na quarta-feira (9) na primeira audiência do processo que apura a morte do engenheiro Gil Augusto Gomes Barbosa, que levou tiros após entrar por engano na comunidade Vila do João, na zona norte do Rio. O crime ocorreu em junho deste ano.
As quatro testemunhas foram convocadas para o processo pelo Ministério Público. Uma quinta testemunha não apareceu à audiência e o juiz Fábio Uchôa, do 1º Tribunal do Júri da Capital do Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro, marcou a continuação da fase de depoimentos para o dia 23 deste mês.
Dois réus respondem pela morte. Na delegacia, na época do crime, Jone Barbosa e Maycon Douglas Eduardo da Silva confessaram que atiraram no engenheiro porque ele não respeitou as “barreiras de contenção” colocadas pelo tráfico de drogas na comunidade.
Gil Augusto teria entrado na Vila do João por engano, ao tentar fazer um retorno na linha Amarela. No tiroteio, Jozias da Silva, que passava pelo local, foi atingido nas nádegas por uma bala perdida.















