Um mês depois, saiba como está a investigação sobre o choque entre helicópteros no Rio
O grave acidente matou seis pessoas; entre as vítimas estavam o cantor Oliver Tree e o produtor brasileiro Lucas Frota
Rio de Janeiro|Do R7

Um mês depois, o choque entre dois helicópteros, que matou seis pessoas no Recreio dos Bandeirantes, na zona sudoeste do Rio de Janeiro, segue em investigação na Polícia Civil.
Os agentes da 42ª DP (Recreio) ainda aguardam o laudo pericial do Cenipa (Centro de Investigação e Prevenção de Acidentes Aeronáuticos) para avançar no inquérito sobre as causas do acidente.
No Cenipa, o caso também continua em apuração. O R7 tentou contato com o órgão para saber o andamento do procedimento, mas ainda não obteve resposta. O espaço está aberto para manifestação.

A colisão dos helicópteros aconteceu no dia 14 de junho deste ano. As aeronaves caíram no pátio de uma concessionária de carros elétricos, na avenida das Américas, o que provocou um incêndio no local.
Cinco das seis vítimas estavam em um dos helicópteros a caminho de Angra dos Reis, na Costa Verde. Entre elas estavam o cantor norte-americano Oliver Tree, o influenciador argentino Gaspar Prim Díaz, o diretor de cinema Lucas Vignale, o produtor e DJ brasileiro Lucas Frota e o piloto Alexandre Souza.
Na outra aeronave, o piloto Charles Marsillac, de 60 anos, considerado um profissional muito experiente por colegas, estava sozinho após decolar do Aeroporto Santos Dumont.
Por ser um tipo de acidente raro, a colisão entre as aeronaves levantou discussões entre especialistas sobre o controle de voos de helicópteros.
No último dia 3, a Anac (Agência Nacional de Aviação Civil) promoveu um encontro para debater propostas para implantação de rotas de voo por instrumentos no Rio de Janeiro.
Atualmente, os tráfegos são organizados pelos chamados corredores aéreos com regras previamente definidas. Os próprios condutores têm a responsabilidade de cuidar da separação entre aeronaves e de obstáculos.
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