Ao vivo no BG: Zucco quer tirar obras do papel e reforçar prevenção ao feminicídio
Governador eleito do RS detalha prioridades no Balanço Geral e diz que não vai morar no Piratini
Balanço Geral RS|Do R7
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O governador eleito do Rio Grande do Sul, Luciano Zucco, participou ao vivo do Balanço Geral, da Record Guaíba, horas depois de ser confirmado vencedor no primeiro turno, nas eleições que ocorreram no domingo (4). Na conversa com o apresentador Samuel Vettori, ele agradeceu os cerca de 3,5 milhões de votos e disse que a vitória traz responsabilidade com todo o povo gaúcho.
Equipe de secretários
Questionado sobre o secretariado, Zucco contou que houve uma conversa rápida, nesta segunda-feira, e que os nomes começarão a ser organizados. A ideia é escolher pessoas com alta capacidade técnica e de resolução, que atuem com técnica sensibilidade.
Feminicídio
Ao comentar os casos de violência contra a mulher, Zucco defendeu mais participação do Estado. O apresentador lembrou que foram registrados mais três feminicídio de ontem para hoje, o mais recente na manhã desta segunda-feira (5), na Restinga. O governador eleito apontou a comunicação e as escolas como caminhos, com educação para a prevenção e conversa com os jovens sobre violência física e psicológica.
Três eixos e infraestrutura
Zucco citou três eixos de governo: educação, infraestrutura e assistência social, com prioridade para as obras de infraestrutura. Disse que elas precisam sair do papel, já que em grande parte nem há licitações. Defendeu iniciar agora as etapas que não dependem de licenciamento e reafirmou o compromisso com a região dos Campos de Cima da Serra, incluindo a continuidade dos estudos da ponte.
Famílias em área de risco
O governador eleito afirmou que a remoção de famílias de áreas de risco é necessária e que salvar vidas é o mais importante. Segundo ele, o Estado tem recursos para isso, e a ação deve contar com o Ministério Público e o Judiciário.
Piratini
Zucco disse que não pretende morar no Palácio Piratini. Vai continuar na própria casa, no bairro onde vive, e usar as instalações do governo quando for necessário.
"O nosso partido é o Rio Grande do Sul"
Na despedida, agradeceu, também, a quem pensa diferente. "Agora, neste momento, não tem mais eleições; agora o nosso partido é o Rio Grande do Sul", declarou.















