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Menina de 12 anos segue em estado delicado no HPS após ser queimada pela mãe

Mãe de 29 anos, presa em flagrante em Rio Grande, teve a prisão convertida em preventiva pela Justiça

Balanço Geral RS|Do R7

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LEIA AQUI O RESUMO DA NOTÍCIA

  • Menina de 12 anos está internada em estado delicado após agressão da própria mãe em Rio Grande.
  • A garota sofreu queimaduras e lesões nas vias aéreas e está sendo tratada no Hospital de Pronto-Socorro de Porto Alegre.
  • A mãe, de 29 anos, foi presa em flagrante e sua prisão foi convertida em preventiva a pedido do Ministério Público.
  • A família busca compreender o ato de violência e recebe apoio durante este período crítico, com a esperança de recuperação da menina.

 

Uma menina de 12 anos está internada no Hospital de Pronto Socorro (HPS), em Porto Alegre, com queimaduras graves pelo corpo. Segundo a Polícia Civil, quem colocou fogo na garota foi a própria mãe, em Rio Grande, no sul do Estado. A menina foi levada primeiro à Santa Casa de Rio Grande e, depois, transferida para a capital por causa da gravidade dos ferimentos, que incluem queimaduras em várias partes do corpo e lesões nas vias aéreas.

O que se sabe sobre o caso

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De acordo com as investigações, a menina foi ao mercado, a pedido da mãe e, ao voltar, começaram as agressões. Os irmãos teriam presenciado tudo. Segundo o pai, ela contou que discutia com a mãe antes do ocorrido. Ele preferiu não pressionar a filha por mais detalhes e aguarda a avaliação da psicóloga, que deve acompanhá-la durante o tratamento.

Mãe está presa preventivamente

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A mulher, de 29 anos, foi presa em flagrante. O Ministério Público pediu a conversão da prisão em preventiva, pela gravidade do caso, e a Justiça deferiu o pedido. A equipe de reportagem ainda tenta ouvir a Polícia Civil, e a família busca entender o que aconteceu.

Estado de saúde continua delicado

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O pai, que deixou Rio Grande para acompanhar a filha, no hospital, contou que a notícia chegou por volta das 23h do dia 23, em um telefonema do tio da menina. Ele afirma que a filha chegou lúcida ao primeiro atendimento, foi intubada e só foi extubada recentemente. Ela voltou a conversar, mas teve febre, na noite anterior à entrevista. Segundo a médica, o quadro continua delicado, e a menina ainda corre risco.

Ex-marido da agressora, o pai diz que nunca viu sinais de violência nela, que a relação entre mãe e filha era de muito afeto e que o caso é, para ele, inexplicável. Ele afirma que se agarra à fé e à esperança na recuperação da filha.

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