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Após ser absolvida, Carla Cepollina falta a coletiva e alega cansaço

Defesa diz estar "tranquila" com possibilidade de acusação recorrer

São Paulo|Vanessa Beltrão, do R7

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Carla Cepollina convocou coletiva, mas não compareceu
Carla Cepollina convocou coletiva, mas não compareceu JB NETO/ESTADÃO CONTEÚDO

Um dia após ser absolvida no julgamento pela morte do coronel reformado da Polícia Militar Ubiratan Guimarães, Carla Cepollina não compareceu à coletiva marcada no escritório do criminalista Ademar Gomes, a pedido da mãe dela, a também advogada Liliana Prinzivalli. Os motivos alegados foram que ela estaria muito cansada e que não havia dormido nos últimos dias em razão do júri.

A coletiva foi adiada e uma nova data será marcada. No lugar de Carla, falaram a mãe dela e o criminalista Eugenio Malavasi. Os dois defenderam a advogada durante o julgamento, que durou três dias e terminou na quarta-feira (7).


O encontro com o jornalistas foi tenso. Liliana se exaltou com algumas perguntas feitas pelos profissionais da imprensa.

Os defensores destacaram que é um direito da acusação recorrer da sentença, mas que estão tranquilos. Liliana e Malavasi não quiseram arriscar palpites sobre o possível assassino do coronel e reiteraram que Carla é inocente.


Liliana afirmou que não tem medo que a filha sofra retaliação e que “confia muito em Deus”.

O prazo para que a acusação recorra é de cinco dias a partir desta quinta-feira (8).


A mãe de Carla, que durante o julgamento chegou a sugerir que o advogado Vicente Cascione, contratado pela família de Ubiratan, saberia quem matou o coronel, recuou. Durante a coletiva, ela não manteve a afirmação.

— O coronel morreu e alguém matou. A gente não sabe quem é.

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